<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764</id><updated>2011-07-08T07:20:54.125-03:00</updated><title type='text'>Danos da AutoCrítica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>192</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3454608712181504688</id><published>2010-03-21T00:43:00.000-03:00</published><updated>2010-03-21T00:43:57.602-03:00</updated><title type='text'>Das histórias que não vivi</title><content type='html'>Quando sinto saudades do que nunca aconteceu, sinto saudades de ser pequena e de me apoiar no seu colo enquanto você me conta histórias fantásticas sobre um mundo mágico onde tudo acontece. Você me ensina a fazer uma dobradura, um truque, a dirigir, me conta uma história da sua infância. E eu olho, admirada. Presto atenção, sorvo cada palavra que sai da sua boca. Meus olhos brilham. Acho que você percebe e sorri. &lt;br /&gt;Nós dois sabemos que isso nunca aconteceu. Temos um acordo implícito que nos impede de comentar sobre isso. Mas é verdade. Você não me ensinou a dirigir, nunca fui pequena no seu colo, não lembro de nenhuma história fantástica. Estaria mentindo entretanto se dissesse que você nunca me ensinou um truque de mágica. Uma das lembranças mais ternas que guardo da gente é de uma vez que brincamos de mágico. Você me ensinou a fazer os objetos aparecerem! É sério. Eu não sabia como fazê-los sumir (você se encarregava dessa parte difícil da mágica) e só precisava fazer com que aparecessem. Talvez você nem lembre mais disso. &lt;br /&gt;Não sei se vou poder corrigir seus erros. Não sei se poderei ou mesmo quererei te dar um neto para você mesmo tentar corrigir suas falhas. Esse pensamento me dá medo, ansiedade, curiosidade e angústia. Não é hora de refletir sobre isso. E, no fim, é impossível resgatar o que não vivemos. Então hoje eu lembrei desse dia que nunca aconteceu: nós dois conversando no sofá domingo, eu recostada olhando admirada enquanto você me contava uma história impressionante, fazia uma dobradura, dizia que me ensinaria a dirigir... O truque de mágica, desse eu lembro. Isso foi real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3454608712181504688?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3454608712181504688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3454608712181504688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2010/03/das-historias-que-nao-vivi.html' title='Das histórias que não vivi'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8032900130478015120</id><published>2010-02-18T23:40:00.000-03:00</published><updated>2010-02-18T23:40:56.763-03:00</updated><title type='text'>Frases soltas insones</title><content type='html'>É tanto medo, tanta análise, tanta apreensão, que eu paro. Já são cinco dias de insônia. Parei de tudo pelo visto, inclusive de dormir. Não aguento mais. Pareço uma máquina de pensar e evitar pensamentos. Constantemente. Penso, tento não pensar. Penso em tentar não pensar e penso que estou tentando e então eu penso. Estou refém de um sentimento que não sei nomear, mas apelidei de medo. Fico olhando para ele, durante horas, esperando que ele me diga quem é. Mas nada acontece e eu não durmo. Mais uma noite. A luz do quarto acesa, a colcha revirada. Para piorar a internet está superlenta. Não posso mais com isso. Preciso voltar ao normal. Meu corpo precisa entender que não é mais carnaval e que, no fundo, não há nada a temer. Não posso perder algo que nunca tive.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8032900130478015120?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8032900130478015120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8032900130478015120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2010/02/frases-soltas-insones.html' title='Frases soltas insones'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1187433778978243185</id><published>2010-01-29T11:29:00.000-03:00</published><updated>2010-01-29T11:29:32.825-03:00</updated><title type='text'>Não eu</title><content type='html'>Sem você, passo mais um dia que parece um ano, que parece um monstro, que parece um não. A madrugada se aproxima e com ela o fim da tortura. Envolta na neblina do fim da noite, consigo esquecer, consigo relaxar, consigo não pensar. Os pequenos passos me levam até meu quarto. Aguardo o fim de mais um noite sem fim. Minha maturidade escondida no fundo de uma gaveta que quase nunca é aberta. Pensamentos vão e voltam, e esse movimento embala meu sono. Acordo sem você. Um monstro atrás da porta me aguarda. Mais um dia. Visto uma fantasia e vou para a rua, fingir que suporto. Não, não suporto. Você poderia ver nos meus olhos que é demais para mim. Mas eles não veem. Acham que estou bem, madura, resolvida. Decidi não parar de tomar o remédio. Quero enfrentar essas novas situações envenenada, alheia. Um não eu, para um não dia. Um quase eu, para um quase dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1187433778978243185?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1187433778978243185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1187433778978243185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2010/01/nao-eu.html' title='Não eu'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6660896938563485553</id><published>2010-01-25T09:33:00.000-03:00</published><updated>2010-01-25T09:33:41.650-03:00</updated><title type='text'>Algumas palavras compassadas</title><content type='html'>Não consigo não lembrar. Se faz impossível não pensar. As imagens vêm. Martelando. Incessantemente atrás dos meus olhos. A cada página. A cada letra. Riscos nos papéis não me deixam esquecer. Ritmada. A lembrança. Frequente. Insistente. Mas não me incomoda. Só me desconcentra. A todo minuto. Quente. Surpreso. Pleno. Medo de me importar demais. Não posso ser pega assim de surpresa. Ai, minha concentração, meu trabalho. O toque. A noite. A manhã. A madrugada se transformando em dia. As horas na sua presença se esgotando. Não estou imune a essas lembranças. Mas não posso me deixar levar pela vontade de transformar meus desejos em realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6660896938563485553?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6660896938563485553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6660896938563485553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2010/01/algumas-palavras-compassadas.html' title='Algumas palavras compassadas'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6832318320040556301</id><published>2010-01-23T00:25:00.000-03:00</published><updated>2010-01-23T00:25:41.592-03:00</updated><title type='text'>Atrasadas</title><content type='html'>As primeiras lágrimas vieram pesadas, borradas, cinzentas. Tinham o gosto da cerveja e o cheiro do cigarro. Acompanharam um pensamento meio concreto meio vago de que você pode ser a pessoa de que gosto, de que não há mais ninguém, de que a solidão me espera para uma longa caminhada. Elas eram duras e não caíram com facilidade. Minhas lágrimas, não adianta forçá-las. Essa dor na garganta, esse aperto no peito, demoraram a chegar. Mas eram visitas previsíveis, e apareceram. Choro e sinto a dor que não veio na hora certa. Diluo no dia de hoje os dias e as noites que te esqueceram no fundo do copo, no resto das cinzas, no rosto mal lavado. Você merece mais do que uma ressaca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6832318320040556301?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6832318320040556301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6832318320040556301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2010/01/atrasadas.html' title='Atrasadas'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4880918600234474023</id><published>2009-12-24T17:10:00.000-03:00</published><updated>2009-12-24T17:10:17.832-03:00</updated><title type='text'>Submundo</title><content type='html'>São 23h40. O casal apaixonado decidiu que o vagão do metrô é um lugar adequado para as preliminares. O rapaz ao meu lado acha que estou olhando para ele. Na verdade, olho o vidro (ou seria plástico, acrílico) da janela (isso aqui é uma janela?) para poder observar o casal pelo reflexo. Um integrante do casal coloca a língua na orelha do outro integrante, a cena é de puro desejo. Acho que os invejo. O garoto - ele não deve ter mais do que 25 anos - olha furtivamente para mim. Ele realmente acha que eu estou olhando para ele. Minha vontade é falar: "cara, olha para o outro lado. O casal está trepando no metrô." Mas ninguém repara. Umas pessoas iniciam o sono, outras, em grupos, conversam baixo. Eu e o rapaz somos os únicos sozinhos e acordados. Gosto do submundo à noite: dos ruídos, das pessoas que o frequentam, da iluminação, dos motivos que trouxeram essas pessoas aqui. Será que o casal está indo para um motel em outro canto da cidade? Será que eles estão voltando de uma festa? Será que eles são casados ou se conheceram agora? E ele puxa delicadamente o cabelo dela pela nuca e beija sua boca. Sim, eu os invejo. E o garoto? O que faz no metrô a essa hora? Voltou da casa da namorada? De um bar? Está indo para casa? Onde ele mora? Eu às vezes esqueço que minha presença ali é tão passível de perguntas quanto a deles. Mas como saber se eles não são uma ilusão minha, um delírio? Como ter certeza de que não sou a única a existir nesse mundo e nesse submundo que eu criei? Meus personagens se levantam, aguardam a porta do vagão abrir. Vão todos embora. Eu também vou embora. Eu vou para casa. Ainda tenho que pegar um ônibus. Sinto um desejo enorme de ser notada, assim como noto as pessoas. Observada, discutida, analisada. Desejada, quem sabe. Mas o ônibus chega na porta da minha casa, e a noite acaba. Os personagens, caso existam, continuam a desenvolver suas histórias. A minha, hoje, acaba nessa cama, sozinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4880918600234474023?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4880918600234474023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4880918600234474023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/12/submundo.html' title='Submundo'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1283682970006730246</id><published>2009-12-24T17:07:00.001-03:00</published><updated>2009-12-24T17:18:05.797-03:00</updated><title type='text'>Pega de surpresa</title><content type='html'>Você me abraçou. Duas vezes. E logo hoje que eu não arrumei o cabelo, que o rímel estava borrado, que o dia não nasceu direito. Queria ter sido capaz de ouvir, mas minha ansiedade passou como um bloco de carnaval por cima das palavras, das minhas e das suas. O que eu vi em você? Será que você vê algo em mim? A forma ou o conteúdo. Não importa. Para mim importa: forma e conteúdo. O dia hoje foi péssimo. E não deu tempo nem de dar uma olhadinha no espelho antes de você aparecer.&lt;br /&gt;Ontem eu tinha passado o dia esperando uma ligação sua e não consegui dormir. Uma sinal, um contato qualquer, só para que eu pudesse fechar os olhos e sonhar com suas letras. Mas você nem surgiu na minha tela. Achei que não estivesse mais na cidade. Repassei as histórias: as que eu vivi e as que não são minhas. Seu sorriso paradoxal me trazia uma calma e um desespero, um alívio e um desajuste. E aí hoje você surgiu, como se brotasse do chão, tal qual flor, tal qual fogo. Suave nos modos, destruindo minha retidão de caráter. E logo hoje que eu não arrumei o cabelo. O dia hoje foi péssimo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1283682970006730246?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1283682970006730246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1283682970006730246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/12/pega-de-surpresa.html' title='Pega de surpresa'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2712173471542687473</id><published>2009-12-19T22:36:00.000-03:00</published><updated>2009-12-19T22:36:02.390-03:00</updated><title type='text'>Nos corredores daquele castelo</title><content type='html'>Eu te amo como se nada no mundo houvesse para ser amado, como se minha existência não tivesse outra razão a não ser de amar-te. Vamos embora daqui agora. Tu és meu objeto único de amor e adoração. Permita-me venerar-te até o fim dos meus dias. Eu observo teus passos, tua silhueta, sinto teu cheiro e tua louca vontade de fugir. Então apronte-te. Já é quase meia-noite. Os pássaros já foram dormir e restaram apenas os animais noturnos a nos espreitar detrás de moitas, aguardando para de assalto devorar nosso amor eterno. Sejamos rápidos. Sou tua, como segredos que guardas no fundo da mente. Sou tua como são teus os pés que te trazem aqui. Não há o que temer, a não ser a distância entre aqui e amanhã. Pode ser tarde quando o dia nascer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2712173471542687473?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2712173471542687473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2712173471542687473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/12/nos-corredores-daquele-castelo.html' title='Nos corredores daquele castelo'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6630548612904651684</id><published>2009-12-04T03:53:00.001-03:00</published><updated>2009-12-04T04:32:37.885-03:00</updated><title type='text'>Sobre a limpeza</title><content type='html'>A casa já estava arrumada para ele ir embora. Na verdade, ela sempre esteve, desde o dia em que ele decidira voltar. Seria muito arriscado entregar-se àquele amor novamente. Preferiu não recolocar as fotos no porta-retratos nem alterar o status na rede social. Manteve-se neutra, tal qual uma Suíça, esperando pacientemente que algo de ruim acontecesse. Então, como não havia nada que pudesse fazer, pensou que dormiria, plácida, mas a noite, aquela, como tantas outras anteriormente, prometia. Não dormiu. Percorreu mentalmente cada canto da casa, procurando vestígios dele, algum deslize, uma prova de amor aqui, a lembrança daquela viagem que fizeram juntos ali. Não havia mesmo muita coisa de relevante. Mas chamou sua atenção que ele tivesse deixado marcas na sua vida. Não eram muitas, nem grandes, mas eram marcas. Nada que um alvejante, uma esponja e uma noite de trabalho benfeito não dessem conta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6630548612904651684?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6630548612904651684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6630548612904651684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/12/sobre-limpeza.html' title='Sobre a limpeza'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-919917723010690717</id><published>2009-12-03T17:38:00.006-03:00</published><updated>2009-12-03T17:42:17.196-03:00</updated><title type='text'>Um clichê embrulhado para presente</title><content type='html'>É muito clichê dizer que cada minuto pareceu dez? É pouco original? Essa historinha de dizer que o dia hoje demorou a passar já foi muito contada? Sim, sim e sim. Eu não me importo. As horas hoje se arrastaram como latinhas presas no carro de recém-casados. Barulhentas, desnecessárias, clichês. Obra de algum espírito de porco sem ter o que fazer. Cada minuto que não passava, era mais um minuto para pensar, cheirar, vivificar, sentir o ontem. Meus pensamentos pareciam caminhos de rato. Não davam em lugar algum, se cruzavam, iam e voltavam, retornavam ao ponto de partida para logo escolherem uma nova rota, tão ilógica, irrelevante e não razoável quanto a anterior. E o que eu posso fazer? Como eu poderia evitar? O que se diz para um cérebro atormentado, principalmente num dia em que o relógio brinca de slow motion?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-919917723010690717?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/919917723010690717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/919917723010690717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/12/um-cliche-embrulhado-para-presente.html' title='Um clichê embrulhado para presente'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4509459346239961631</id><published>2009-11-30T10:34:00.001-03:00</published><updated>2009-11-30T10:39:59.769-03:00</updated><title type='text'>O que eu pensei pela manhã e não disse</title><content type='html'>Eu me enchi de você. Desejei a sua inexistência. Cansei desse seu jeito de me olhar, de me tocar, de me chamar, de não me olhar... Mas quando vejo meu reflexo no espelho, tenho medo de deixar você. Tenho medo de só você aceitar isso que vejo agora no espelho. Receio mesmo que só você seja capaz de amar esse reflexo, a pessoa refletida, que não reflete um só minuto antes de socar o espelho e tentar se retalhar com os cacos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4509459346239961631?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4509459346239961631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4509459346239961631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/11/o-que-eu-pensei-pela-manha-e-nao-disse.html' title='O que eu pensei pela manhã e não disse'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3788615492072864400</id><published>2009-11-26T21:52:00.002-03:00</published><updated>2009-11-26T22:02:11.548-03:00</updated><title type='text'>Eterna lembrança de uma mente sem brilho</title><content type='html'>As luzes apagaram, e algumas gotas começaram a cair. No radinho tocava uma música que sempre me deixa um gosto bom na boca, uma saudade de sei lá o quê. Fui deixando o tempo passar, mas contando os minutos para que você notasse. Na verdade, acho que você já tinha notado. Deixei aquela música, aquelas gotas, os toques e o calor acontecerem. A noite ia acontecendo, e na minha cabeça eu pensava no que ia falar. Sim, nesse momento eu já tinha certeza do que ia acontecer. É tudo tão calculado, sempre. Mas pensei. Algumas palavras aqui, outras ali. Falei. Dali, eu soube conduzir, como numa dança, tudo o que eu queria. A música parou. Intencionalmente. Não sei bem mais o quê. Não lembro direito. Verifiquei no relógio: um pouco antes de a manhã dar as caras, algumas horas depois de ser amanhã, parei. É preciso botar um ponto final nas histórias. Agora, eu às vezes penso sobre isso, mas não quero procurar. E sei que não vão me achar. Foi como eu escolhi: o escuro, o anonimato, o efêmero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3788615492072864400?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3788615492072864400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3788615492072864400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/11/eterna-lembranca-de-uma-mente-sem.html' title='Eterna lembrança de uma mente sem brilho'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4107722279162641979</id><published>2009-11-24T07:20:00.002-03:00</published><updated>2009-11-24T07:26:04.062-03:00</updated><title type='text'>Tirem suas burkas do armário</title><content type='html'>Não sou do tipo que desenvolve pensamento. Eu penso. Eu chego a uma conclusão sem exatamente saber os passos que tomei. Como nas primeiras aulas de matemática, no caderninho de problemas: havia o espaço para a resolução do problema, e você tinha que demonstrar como achou a solução. Sempre achei estúpido, mas valia nota. Tinha que fazer. Agora, com a liberdade do mundo adulto, sem caderninhos de problemas, penso. Chego a conclusões apressadas. Não necessariamente equivocadas, mas certamente impulsivas, imediatas. Algo que tape o buraco, que preencha o vazio da falta de explicação. E de forma rápida!&lt;br /&gt;Essa história de não pode coco, não pode bronzeamento artificial, não pode fumar, não pode gay em história em quadrinho, não pode, não pode, não pode, está me assustando. Daí vão dizer que ninguém proibiu nada, que só estão questionando, ou que a proibição, como o coco e o cigarro, é para um bem maior, blá blá. Cheguei a conclusão de que estão implantando uma nova ditadura, de que as velhinhas do Família, Deus e Propriedade, seja lá o nome que isso tinha, estão tomando de assalto nossa casa de novo. Sim, é essa minha conclusão. Refutem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4107722279162641979?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4107722279162641979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4107722279162641979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/11/tirem-suas-burkas-do-armario.html' title='Tirem suas burkas do armário'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1944060954968532897</id><published>2009-11-21T08:53:00.003-03:00</published><updated>2009-11-21T09:00:45.084-03:00</updated><title type='text'>Preciso de um título pouco óbvio</title><content type='html'>Do que vale a alma, se o corpo, pequeno, mesquinho, não abraça o mundo e seus encantos? Não se mantém viva a alma sem corpo, sem prazer, sem gozo. O corpo e seus inúmeros sentidos - pois cinco são só os citados no livro de ciências da primeira série - quando usados, colorem a alma em todos os tons de rosas, azuis, amarelos, violetas, verdes. Todos os tons de branco, se assim for possível. Corpo e alma, inseparáveis, dependem um do outro. Alimentem a alma, sim, mas não matem o corpo de fome. Deem a ele todo o tipo de sensação, boa ou ruim, regalem-no com as experiências mundanas, físicas, estas mesmo, da matéria, humanas. Só assim, o corpo transcenderá seus limites físicos, e a alma, feliz, poderá, um dia quem sabe, descansar em paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1944060954968532897?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1944060954968532897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1944060954968532897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/11/preciso-de-um-titulo-pouco-obvio.html' title='Preciso de um título pouco óbvio'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7710142330408599250</id><published>2009-11-19T11:03:00.001-03:00</published><updated>2009-11-19T11:03:31.028-03:00</updated><title type='text'>John Mayer: will you marry me?</title><content type='html'>&lt;p&gt;O cd novo do John Mayer, assim como os outros, me dá vontade de viver, de sair pela vida, pulando, bebendo, rindo, suando, chorando. Sei lá. Ele nem é tão bom, nem é tão lindo, e suas músicas nem são tão nada. Mas é uma parada que me toca, acho que é a voz e o jeito de cantar. Uma intensidade… &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eu preciso de intensidade. Assassin é uma música foda! Já me identifiquei.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;That girl was an assassin too! Uhuuul! Muito eu!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E essa grande babaquice foi só para testar um programinha aqui.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7710142330408599250?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7710142330408599250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7710142330408599250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/11/john-mayer-will-you-marry-me.html' title='John Mayer: will you marry me?'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3245423604559002887</id><published>2009-11-17T20:37:00.002-03:00</published><updated>2009-11-17T20:39:56.522-03:00</updated><title type='text'>Pulmões de aço</title><content type='html'>Sinto que vou me afogar em pensamentos. Na verdade, estou sendo pressionada. Um quarto, quatro paredes vão se aproximando de mim. Já estou perdendo o ar. Acho que é assim que estou me sentindo. Um lutador de sumô decidiu que minhas costelas davam um bom sofá. Mais ou menos isso. Meus pulmões parecem aço, não vão nem vêm. Não consigo respirar. O que é isso, meu Deus? Diz que é TPM para eu ficar mais calma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3245423604559002887?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3245423604559002887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3245423604559002887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/11/pulmoes-de-aco.html' title='Pulmões de aço'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7804157658553146227</id><published>2009-08-29T01:05:00.002-03:00</published><updated>2009-08-29T01:08:58.654-03:00</updated><title type='text'>Sem metáforas</title><content type='html'>Li alguns posts e fiquei pensando como conseguia ser tão metafórica. Não sei mais usar metáforas. Sou curta e grossa agora: estou sofrendo. Sofrendo de amor, de amizade, de má sorte, de carência. Não sei colocar mais de outra forma. Quero um abraço, um beijo cheio de desejo, um dia sem pensar merda, um carinho de um grande amigo. O Jô Soares está com uma estampa horrorosa, a Fernanda Lima apresentou um péssimo programa e agora deve estar dormindo com o marido gato dela, o Belchior sumiu e ninguém parou para perguntar se ele realmente estava fazendo falta. O mundo anda esquisito e depois dizem que a esquisita sou eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7804157658553146227?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7804157658553146227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7804157658553146227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/08/sem-metaforas.html' title='Sem metáforas'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6893807836659428942</id><published>2009-08-29T00:53:00.003-03:00</published><updated>2009-08-29T01:01:17.939-03:00</updated><title type='text'>Já foi hora de dizer adeus</title><content type='html'>Sonho, acordo, sonho. O dia inteiro, sonho. Acordada. No andar de cima. Nos pensamentos fora de hora. Toda hora. E por aquela fresta, naquele segundo, por um breve segundo, um olhar. Mas se a tua voz pode ser minha por mais de minuto, viro o rosto, envergonhada. Teu sorriso arranha minha pele e não consigo continuar sem salivar. Quando chega a noite, a nova música do rádio me faz lembrar que já devia ter te esquecido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6893807836659428942?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6893807836659428942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6893807836659428942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/08/ja-foi-hora-de-dizer-adeus.html' title='Já foi hora de dizer adeus'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2281518315654247348</id><published>2009-08-29T00:52:00.001-03:00</published><updated>2009-08-29T00:53:23.142-03:00</updated><title type='text'>Voltei</title><content type='html'>Não sei se foi a falta do remédio hoje, ou um sentimento há muito guardado, mas me deu vontade de voltar. Chega de ser uma feliz alienada. Estou de volta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2281518315654247348?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2281518315654247348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2281518315654247348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/08/voltei.html' title='Voltei'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2598942776708758857</id><published>2009-03-20T22:31:00.003-03:00</published><updated>2009-03-20T22:47:15.248-03:00</updated><title type='text'>teclas e uísque</title><content type='html'>queria ser de outra época e vibrar. músculos. alma. queria não ter vivido agora. queria ser outra e mais. mais sábia. mais séria. mais compenetrada. mais selvagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;menos eu. menos domada. menos domesticada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e sem olhar eu vou. teclas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2598942776708758857?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2598942776708758857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2598942776708758857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/03/teclas-e-uisque.html' title='teclas e uísque'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5475198962203268026</id><published>2009-01-11T11:50:00.002-02:00</published><updated>2009-01-11T11:58:47.562-02:00</updated><title type='text'>Direto do vazio</title><content type='html'>Quantas são as moedas? Quantos são os danos? Quantos anos? Quantas metas? Vidas sem sentindo. Estamos perseguindo exatamente o quê? Somos eu e você ou são eles? Penso em tudo o que ficou pra trás, nas escolhas, nos caminhos. Os outros tiveram melhores opções? Foi falta de oportunidade? Foram realmente escolhas? O que foi certo? O que foi errado? Há esses valores? O livro está ali, com suas regras implacáveis, generalizadoras. Evito-o, diariamente. Repulsa é o que sinto. Acabo repelindo todos os que o leem. Mas vivo de acordo com o quê? Será que preciso de algum outro livro? Que livro será esse que guia minhas escolhas? Quais serão minhas normas? Onde quero chegar? Se é que chegar é uma das minhas metas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas que não têm respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria só poder sorrir: uma vida que eu não sei bem qual é pela frente e a não obrigação de entender nada disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5475198962203268026?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5475198962203268026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5475198962203268026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/01/direto-do-vazio.html' title='Direto do vazio'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4234227906870153022</id><published>2009-01-10T10:56:00.003-02:00</published><updated>2009-01-10T11:05:59.714-02:00</updated><title type='text'>Só não me chamem de gorda</title><content type='html'>Eu poderia enumerar meus defeitos, citá-los todos, gritá-los em pública praça. Sei quais são meus limites e talvez até aproxime de forma exagerada tais fronteiras, evitando desafios. Sou pouca, sou baixa, sou previsível, sou rarefeita, sou ordinária. Frágil, inflexível, amordaçada, sem dono. Sou o que quiseres. Mas sou sozinha, sou avessa, sou briguenta, sou explosiva. Sou do mal, sou do bem, sou quando quero e porque quero. Sou surda, sou cega. Sou menos do que gostaria e mais do que alguns podem suportar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4234227906870153022?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4234227906870153022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4234227906870153022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2009/01/s-no-me-chamem-de-gorda.html' title='Só não me chamem de gorda'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1417251112719613192</id><published>2008-12-29T23:14:00.003-02:00</published><updated>2008-12-29T23:17:12.479-02:00</updated><title type='text'>Ao mestre</title><content type='html'>Ele fala mais do que eu. Ele fala por mim. Ele me cala. Me deixa sem voz. E eu tento falar o que ele diz. Sou palavra muda diante dele. Não tenho o que dizer. Sua poesia serena meu caos. Eu só preciso dele. Ele nem sabe quem eu sou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1417251112719613192?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1417251112719613192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1417251112719613192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/12/ao-mestre.html' title='Ao mestre'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4212978071020485538</id><published>2008-12-21T12:21:00.002-02:00</published><updated>2008-12-21T18:40:39.468-02:00</updated><title type='text'>O de sempre, por favor</title><content type='html'>só fui, porque dói. porque sangra. porque não tem porquê. porque o vazio é grande, e maior é a minha vontade de te procurar. de te dizer que não há nada, que não há porquê. porque sim. porque eu quero. por quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4212978071020485538?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4212978071020485538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4212978071020485538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/12/s-fui-porque-di.html' title='O de sempre, por favor'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8639559209695884659</id><published>2008-12-21T10:56:00.003-02:00</published><updated>2008-12-21T11:13:48.391-02:00</updated><title type='text'>Mais além</title><content type='html'>E vem chegando, como uma anunciação de tempestade: negra, espessa, doída. A velocidade é maior ou menor dependendo da companhia. Mas não me deixe só. &lt;br /&gt;Aperta meu peito, me cega, dispara em mim sensações tão desesperadoras que mal posso respirar. E eu me afasto, eu afasto todos. O toque é incômodo, o vazio é libertador. Não há carinhos ou carícias. Descargas elétricas. Tortura. Mas não vá embora. &lt;br /&gt;Os sentimentos humanos me parecem desnecessários e pequenos. Escolho palavras como burrice, mesquinharia, mediocridade, ignorância. Preguiça de conversar, de falar. E eu nem sabia que ouvir poderia ser tão esquisito. &lt;br /&gt;Atento para todas as palavras vãs desperdiçadas, lançadas ao vento. As horas que as pessoas que não são como eu gastam preenchendo uma vida de leviandades. Para quê? Para onde? Para quando? &lt;br /&gt;Procuro por trás das montanhas, dentro das horas, fora das gavetas, no prato cheio, na panela vazia, nas peças dos eletrodomésticos quebrados, nos olhos dos seres pseudo-humanos. Não está aqui, tenho certeza. É mais além.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8639559209695884659?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8639559209695884659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8639559209695884659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/12/mais-alm.html' title='Mais além'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6293533762717471617</id><published>2008-12-04T22:15:00.003-02:00</published><updated>2008-12-04T22:23:15.776-02:00</updated><title type='text'>Das coisas que eu não disse ontem</title><content type='html'>Não sei se estou com saco de escrever hoje. Sei lá, descobri que me posiciono na cadeira de forma que favorece a dor na minha coluna. Um dia desses tentei lembrar da emoção que era pegar ônibus de graça com a blusa do Pedro II. Ganhei uma máquina de café espresso, mas acho que não vou usá-la com regularidade devido a minha exagerada preguiça. Acho que li em algum lugar algo sobre tempo livre: quando finalmente temos tempo livre para descansar, esforçamo-nos para preenchê-lo com coisas que não fizemos por não ter tempo e acabamos não descansando. Tenho vontade de ligar para alguns amigos e perguntar se estão bem, mas decidi tirar o tempo para descansar. O Gtalk está piscando, mas eu estou sem saco de sair daqui e ver o que é. Sabe? Coisas da vida. Hoje eu recebi uma revista de graça: queria saber em qual estratégia de marketing eu caí por ter tido vontade de assiná-la. Eu tenho nojo de ressonância magnética e raios X. Estou tão serena hoje que poderia dizer que estou possuída por um espírito calmo, tranqüilo e sábio. Quando eu vou parar de usar trema? Preciso reler o raio do Acordo Ortográfico. Tem vezes que eu suponho que as pessoas gostam de mim, meio intuitivamente: na verdade, nunca me questiono do contrário. Noutras, acredito piamente que me odeiam. Sei lá. Estou meio sem saco de escrever hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6293533762717471617?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6293533762717471617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6293533762717471617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/12/das-coisas-que-eu-no-disse-ontem.html' title='Das coisas que eu não disse ontem'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1294601151898851544</id><published>2008-11-29T12:53:00.004-02:00</published><updated>2008-11-29T13:03:57.188-02:00</updated><title type='text'>Das coisas que eu esqueci de contar</title><content type='html'>Do pouco que sei, do pouco que fiz, sei tudo. Reconheço-me em cada detalhe. Gestos brutos, caretas, sorrisos imprevisíveis, carinhos impulsivos. Sou toda eu e não poderia ser mais. Dou-me, dôo-me. Não para os outros, mas para a fórmula imperfeita de mim. Entrego-me sem hesitação ao que fiz de mim. E são tantas e tão poucas as opções. É tão fácil perder-se quanto é difícil achar-me neste emaranhado sem lógica de obviedade e explicações. É incomum pensar em outra possibilidade. Sou clara e opaca como o mar às vezes é. Tenho caminhos opostos à direção contrária do que é certo. Se eu sei. Não sei. Não saber é tão intenso e tão tenso que não poderia contar-lhe quantas vezes já fui. Não voltei. Sou mais e sou quanto eu quiser, porque tenho nas mãos a chave de todas as portas fechadas e lacradas que nunca ousaria abrir. Tenho tudo, todos. Tola sou. Mas não deixo de ir e vir e mentir e dar passos em falso. Sou, tenho, quero, nada. Não peça, não brigue, não ordene, não cante. Cale-se. Todo momento é oportuno para o silêncio. E para minha vontade de gritar. Ansiedades tangíveis e físicas e temporais e espaciais como podem ser os objetos da casa que eu quebro. Não é você. Sou eu. Sempre sou eu. Nada mais existe além de mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1294601151898851544?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1294601151898851544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1294601151898851544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/11/das-coisas-que-eu-esqueci-de-contasr.html' title='Das coisas que eu esqueci de contar'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4785643527773166401</id><published>2008-11-01T00:36:00.000-02:00</published><updated>2008-11-02T00:47:18.522-02:00</updated><title type='text'>Sempre sou eu e mais um pouco</title><content type='html'>Eu poderia começar a arrumar essa bagunça. Poderia parar com as sinestesias, com as metáforas baratas. Eu até gostaria de começar algo que não fosse alguma forma fuga e covardia. Mas meus planos são sempre boicotados.&lt;br /&gt;A bagunça e o caos são meus amigos. Neles eu me encontro. A verdade é que a pior bagunça é a que eu faço na minha caixinha de pensamentos, mas isso sempre reflete no meu quarto e na mesa onde trabalho.&lt;br /&gt;As sinestesias são bregas, mas são minhas. Minha vida é sinestésica. Não adianta. Algumas músicas têm cheiros, alguns aromas têm som... Só estou tentando descobrir se é só comigo.&lt;br /&gt;Quanto ao meu problema com fuga e covardia, prefiro não comentar. Varrer para debaixo do tapete é sempre a melhor opção nesses casos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4785643527773166401?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4785643527773166401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4785643527773166401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/sempre-sou-eu-e-mais-um-pouco.html' title='Sempre sou eu e mais um pouco'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7846958611343528916</id><published>2008-10-30T21:17:00.003-02:00</published><updated>2008-10-30T21:26:29.768-02:00</updated><title type='text'>Será que vai chover hoje?</title><content type='html'>Ela pegou o guarda-chuva no canto da sala. Odiava dias chuvosos. Sentia um aperto no peito, um medo. Era quase síndrome do pânico. Adiava, adiava, esperava que a chuva parasse. Mas, pensando bem, não era da chuva em si que não gostava. Era da água, das poças, das coisas molhadas na rua, do fato inevitável de que, até chegar ao seu destino, iria se molhar. Pouco ou muito, não importa. Estava de bota, calça comprida, casaco de chuva. Tentava se proteger ao máximo, como se a gota de água que cai da folha da árvora fosse tóxica, ácida, corrosiva. Saiu de casa. Por que tinha a impressão de que quando chovia ela estava mais carregada? Mais bolsas, mais sacolas, mais papéis. Parecia também que tinha mais coisas desagradáveis para fazer. Seria só uma impressão? Não quis filosofar. Subiu os degraus como se cada bolsa (costumava usar duas e nem entendia o motivo) pesasse vinte e sete quilos. Sempre gostou de números quebrados. O ar quente e seco assim que entrava no consultório passava uma certa segurança, como se estivesse em casa. Essa sensação durava menos de um minuto. Sentia-se desconfortável ali. Mirou o guarda-chuva todo o tempo. Louca para ir embora. Mesmo sabendo que enfrentaria toda a agonia da chuva novamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7846958611343528916?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7846958611343528916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7846958611343528916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/ser-que-vai-chover-hoje.html' title='Será que vai chover hoje?'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7217589207537202723</id><published>2008-10-30T21:16:00.000-02:00</published><updated>2008-10-30T21:38:39.204-02:00</updated><title type='text'>Que nunca mais esquecerei</title><content type='html'>Fechou os olhos e reviu: ele parou com a mão no ar, antes que o tapa alcançasse o rosto. O palavrão, que devia ter permanecido no fundo da garganta, foi lançado ao ar também, ferindo muito mais do que o tapa interrompido. Os olhos negros destilavam ódio. Sabia que nunca mais esqueceria o palavrão, o insulto. Doeria para sempre. Mais do que o tapa, certamente. Já tinha recebido outros tapas. Ataque verbal como aquele, nunca. Na hora, começou a chorar, por não saber o que dizer. Não era como tantas outras palavras que não ferem, que passam batidas pelos olhos. Era uma palavra aguda, cortante. Penetrou no fundo da alma. Para sempre. Até o dia em que não lembrasse mais. Aquele olhar, de quem não tem mais amor, era presença constante em seus sonhos, em seus devaneios. Fazia esforço para perdoar, para relevar, para esquecer. Não conseguia. Infelizmente. Gostaria de poder passar por cima, sim, de não guardar aquilo em um lugar tão secreto. Rancor? Não. Não era rancor. Mágoa, talvez. Só que eterna. E a cena se repetia em sua mente sempre que olhava aqueles olhos, agora envelhecidos e tristonhos, mas que um dia descortinaram tanta raiva e ódio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7217589207537202723?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7217589207537202723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7217589207537202723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/que-nunca-mais-esquecerei.html' title='Que nunca mais esquecerei'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5961591668545610958</id><published>2008-10-30T21:11:00.003-02:00</published><updated>2008-10-30T21:16:53.233-02:00</updated><title type='text'>Mentiras da ficção</title><content type='html'>Me perguntaram se acaso sei ficcionar. Não sei. João ama Maria. Ficcão? Não sei. Eu presa na porta do ônibus, gritando impropérios. Ficção. Ela pegou o guarda-chuva no canto da sala, sem olhar para trás. Odiava dias chuvosos. Sentia um aperto no peito, um medo. Era quase síndrome do pânico. Toda ficção é baseada em fatos reais, pelo menos em viagens mentais reais. Eu conseguindo viver sem drogas. Tão real que eu ainda não acredito. Parou com a mão no ar, antes que o tapa alcançasse o rosto. O palavrão, que devia ter permanecido no fundo da garganta, foi lançado ao ar também, ferindo muito mais do que o tapa interrompido. Sei lá se eu sei ficcionar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5961591668545610958?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5961591668545610958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5961591668545610958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/mentiras-da-fico.html' title='Mentiras da ficção'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2440415764232045812</id><published>2008-10-26T20:28:00.003-02:00</published><updated>2008-10-26T20:36:54.815-02:00</updated><title type='text'>Eu não sei o que dizer quando o medo fala por mim</title><content type='html'>Todo final de domingo é a mesma coisa, e eu desisti de achar metáforas. Todo final de domingo é assim, e eu ainda tentei uma última metáfora. Impossível explicar. Impossível explorar. O medo toma conta de mim. Fico muda diante do embate de tantas forças internas. Olho para a televisão e tento me concentrar em algo que não seja o meu medo. Como, rio, observo. E só vejo medo, só escuto medo. Tentei com metáforas e não soube me fazer entender. Digo a verdade: medo. Medo de não ser, medo de ser, medo de continuar, medo de parar, medo de amanhã, medo de daqui a um mês, medo de dormir, medo de acordar, medo de não mudar, medo de mudar. E por mais babaca que isso tenho parecido para você, é isso mesmo. O medo me joga num limbo da existência. Fico quieta e respiro pouco. Não quero parar de respirar, para não morrer, mas também não quero que minhas células oxidem com velocidade exagerada. Ai, quando isso acaba? Crise interminável? E isso é carma? E isso é fardo? E isso é vida? Sonhos de mais uma noite perturbada de verão. Usaria tudo isso como título. E quase escrevo túmulo. Medo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2440415764232045812?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2440415764232045812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2440415764232045812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/eu-no-sei-o-que-dizer-quando-o-medo.html' title='Eu não sei o que dizer quando o medo fala por mim'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2826133288437948974</id><published>2008-10-26T20:23:00.003-02:00</published><updated>2008-10-26T20:28:50.914-02:00</updated><title type='text'>Sem lenço, sem documento, num sol poente de quase novembro</title><content type='html'>É noite na cidade. Lágrimas tocam o solo e logo evaporam. Faz calor na cidade. Alguns esperam pela brisa que não voltará, outros suam o resto de desespero do dia. É noite, é triste, é fim. A cidade não espera que o último de seus moradores adormeça. Ela engole, ela anda, ela implora. Uma cidade perdida, partida, parida, podada, permissiva, passiva, pedinte, pendente, padecendo da dor de ser mais do que uma cidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2826133288437948974?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2826133288437948974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2826133288437948974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/sem-leno-sem-documento-num-sol-poente.html' title='Sem lenço, sem documento, num sol poente de quase novembro'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2549572709348425322</id><published>2008-10-18T09:00:00.004-03:00</published><updated>2008-10-22T11:49:29.917-02:00</updated><title type='text'>Pequenas histórias me fazem rir</title><content type='html'>Se volto, volto inteira. Talvez sem as mesmas palavras e aquela solidão tangente e visível. Volto. Volto porque sei que aqui é o meu lugar. Se as palavras levadas pelo vento não me comovem, estas arrancam pedaços, dilaceram e cicatrizam em marcas eternas. Não tenho mais aquela dor do abandono para te contar. A casa e a cama não ficam mais vazias. Talvez eu nem soubesse mais como é ser abandonada. Mas isso não me impede de voltar. Tenho outras histórias para contar. Outras dores. Desesperos e desesperanças, destempero e destemperança, destilados e desvarios, destes e daqueles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2549572709348425322?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2549572709348425322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2549572709348425322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/pequenas-histrias-me-fazem-rir.html' title='Pequenas histórias me fazem rir'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8195047101809607460</id><published>2008-10-17T23:13:00.003-03:00</published><updated>2008-10-17T23:27:36.484-03:00</updated><title type='text'>Circo de horrores</title><content type='html'>Reparo em cada detalhe. Em cores ou preto-e-branco. Posso sentir a luz, o calor, o respirar, o olhar, a tensão. Ouso dizer, com certa arrogância, que conheço perfeitamente cada centímetro. Ilusão. Reluto e aceito essa fantasia. Há um pulsar diferente no meu corpo. Sei a língua, o teatro, os tropeços. Nada mais. Para mim é o suficiente. Rememoro suavemente, sem atropelos  e plácida, cheiros, frases, movimentos, sorrisos. Guardo com carinho a lembrança, uma delicadeza macabra dispensada somente a ilusionistas e palhaços.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8195047101809607460?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8195047101809607460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8195047101809607460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/circo-de-horrores.html' title='Circo de horrores'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6150736713481300112</id><published>2008-10-14T07:24:00.002-03:00</published><updated>2008-10-14T07:27:31.112-03:00</updated><title type='text'>Feriados nacionais do meu mundo</title><content type='html'>Todo mês comemoro Carnaval e Dia dos Mortos. Há dias em que a euforia toma conta de mim, nos outros choro perdas e abandonos dentro do cemitério de alegria. Meu calendário não comporta outros feriados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6150736713481300112?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6150736713481300112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6150736713481300112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/10/feriados-nacionais-do-meu-mundo.html' title='Feriados nacionais do meu mundo'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7549329819442949091</id><published>2008-09-22T21:57:00.003-03:00</published><updated>2008-09-22T22:08:14.517-03:00</updated><title type='text'>A forma destacada e inócua de mim</title><content type='html'>Sumi. Esqueci-me de mim. Como costumeiro hábito, afoguei-me em trabalhos trabalhosos e cansativos que me ajudam na árdua talvez simples tarefa de viver sem me dar conta da minha existência. Pois assim tenho andado. Meio alheia a mim mesma e a meus problemas. Respiro na superfície e não ouso mergulhar. Fico aqui, boiando. É provável que qualquer dia desses uma palavra, um alerta, uma música, um cartaz me traga de volta ao fundo, à reflexão. Até lá, escuto com muita cautela as músicas, leio e ouço hesitante as palavras dos emails e das conversas. Enquanto isso, então, vivo, sinto e respiro com a casca de mim, com o que há de mais ligeiro e vago em mim. Não vivo eu, vive uma forma destacada e inócua de mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7549329819442949091?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7549329819442949091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7549329819442949091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/09/forma-destacada-e-incua-de-mim.html' title='A forma destacada e inócua de mim'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-766180856636633256</id><published>2008-09-04T06:53:00.002-03:00</published><updated>2008-09-04T06:56:20.460-03:00</updated><title type='text'>Modéstia</title><content type='html'>Eu tenho escrito mal pra cacete. Ando sem inspiração pra cacete. Cheia de coisas para falar, mas tão sem jeito... Aí li &lt;a href="http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/nunca-foi-de-outro-jeito.html"&gt;uma parada meivelha&lt;/a&gt;... Putz! Eu já fiz algo decente, mesmo estando na merda. &lt;br /&gt;Ok. Agora estou pronta para levantar e tomar o raio do café da manhã.&lt;br /&gt;Bom dia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-766180856636633256?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/766180856636633256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/766180856636633256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/09/modstia.html' title='Modéstia'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4005869051006167652</id><published>2008-09-04T06:44:00.003-03:00</published><updated>2008-09-04T06:50:14.197-03:00</updated><title type='text'>Café da manhã</title><content type='html'>Há meses durmo mal. Há anos talvez nem durma. Acordo pensando em desistir, vou me deitar ainda estupefata com o fato de ter vivido mais um dia. Hoje, como não deveria deixar de ser, dormi absurdamente mal. Pelo menos, diferentemente dos outros dias, não foram sete horas de péssimo sono; foram cinco. Enrolei na cama, liguei o ventilador para sentir frio, atrasei o despertador e, finalmente, desisti. Levanto para preparar o café. Cismei que faria vitamina de maçã. Ah, é! Esqueci de comentar que ontem fui dormir pensando em começar hoje uma atividade física. Obviamente, já desisti. Voltemos à vitamina. O liqüidificador está a postos. As maçãs e o leite também. Falta a força de vontade de seguir, de permanecer, de continuar, de perseverar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ops, Rebeca, cadê a esperança, a sintonia, blá blá blá? Respondo somente que andam dormindo mal e hoje não querem acordar de jeito nenhum.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4005869051006167652?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4005869051006167652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4005869051006167652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/09/caf-da-manh.html' title='Café da manhã'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7368413529297696397</id><published>2008-09-02T22:10:00.002-03:00</published><updated>2008-09-02T22:23:16.654-03:00</updated><title type='text'>Errar pelos meus caminhos</title><content type='html'>Venho falando de erro, compartilhando equívocos, desesperos. Imploro compaixão, piedade, perdão por tantos desacertos. Entretanto, é tudo tão superficial e tangente. Palavras alheias, geralmente, não me alcançam. Eis que então escutei. Pude antever, rever, entrever por aqueles olhos cerrados a esperança guardada, não em mim, mas num anexo de mim, um apêndice distante e deslocado. Aguardo que ela me toque e me leve. Questiono, hesito, reflito. Irei sem resistir? Como me entregar a tamanha força e me permitir ser fraca? Penso, acalmo, descanso. Deixo para depois a busca pelas respostas. No momento, vou aproveitar que meus sentidos libertos estão sensíveis. Parar e estar atenta ao mais sutil movimento, não perder a sintonia, não me distrair. Obedecer a outros comandos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7368413529297696397?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7368413529297696397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7368413529297696397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/09/errar-pelos-meus-caminhos.html' title='Errar pelos meus caminhos'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5617326822052893499</id><published>2008-09-01T11:45:00.003-03:00</published><updated>2008-09-01T11:45:35.961-03:00</updated><title type='text'>Quando ser não basta</title><content type='html'>Eu sou alguém. E se você me procurar, você vai me achar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5617326822052893499?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5617326822052893499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5617326822052893499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/09/quando-ser-no-basta.html' title='Quando ser não basta'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1436244844675349842</id><published>2008-08-28T13:43:00.001-03:00</published><updated>2008-09-01T11:38:29.133-03:00</updated><title type='text'>O erro e eu</title><content type='html'>Saber o que é errado é bastante insuficiente. Engulo o erro com uma água de ontem. O erro desce e na hora quase não se nota. Depois ele dá as caras: desesperado, ansioso, angustiado. Queria vomitar o erro. Ele me faz lembrar de todo o esforço que tive para não errar. Esforço vão. Diluiu-se na água. O medo, mais uma vez, induz ao erro, sem escalas, sem hesitações. O medo me faz ser rápida como água descendo goela abaixo. Não raciocino, não volto atrás. Agora, espero o tremor e a ansiedade acabarem. Conheço o início, o meio e o fim desse caminho. O coração acelerado não deixa dúvidas: ainda estamos a três horas do fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1436244844675349842?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1436244844675349842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1436244844675349842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/o-erro-e-eu.html' title='O erro e eu'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3317583637753390451</id><published>2008-08-28T13:42:00.001-03:00</published><updated>2008-08-28T13:42:58.371-03:00</updated><title type='text'>Mensagens do desespero</title><content type='html'>Vergonha. Não consigo pensar em outra palavra. Talvez nojo, talvez raiva. Mas vergonha expressa melhor. Vergonha por ser fraca, vergonha por não ter controle, vergonha por não ter determinação, vergonha por não conseguir cumprir metas, vergonha por desistir de tudo, vergonha por não tentar, vergonha por não ter força de vontade, vergonha por sucumbir, vergonha por ser gorda, vergonha por não tomar decisões, vergonha por precisar dos outros, vergonha por não conseguir não precisar, vergonha por hesitar, vergonha por ser quem eu sou, vergonha, vergonha. Queria poder me esconder de mim mesma e não me enxegar. Não precisar passar na frente dos meus olhos, tão suja e fracassada eu sou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuro em todos os cantos uma forma de me diminuir, de me humilhar, de me maltratar. Sei que os caminhos são muitos. Sempre prefiro os curtos e tortuosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei num ponto que só me restaram os seres divinos. Não sei a quem mais devo recorrer. A situação não poderia estar pior. O buraco não parece ter fim. O ditado “do chão você não passa” não faz o menor sentido agora. Meu chão parece uma areia movediça. Todo dia eu sinto estar um pouco abaixo do que estava antes. E não enxergo mais onde posso segurar. Se é que algum dia houve esse “onde posso segurar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3317583637753390451?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3317583637753390451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3317583637753390451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/mensagens-do-desespero.html' title='Mensagens do desespero'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5366320693935853657</id><published>2008-08-24T09:00:00.003-03:00</published><updated>2008-11-02T00:37:12.368-02:00</updated><title type='text'>No dia que eu nasci</title><content type='html'>Ontem foi o dia mais triste da minha existência. O que devemos comemorar quando nada na vida parece comemorável? Como vamos nos divertir, se nada parece agradável e prazeroso? Por que comemorar o dia que você nasceu, se estar no mundo agora lhe parece o fardo mais pesado?&lt;br /&gt;Meus passos arrastados mostram quão pesados são meus pensamentos. Carregá-los todo o dia não tem sido fácil. Apelar aos anjos é a saída. Preciso de música. Preciso de abraço. Preciso que alguém me tire daqui.&lt;br /&gt;Não sei mais o que dizer. Só que ontem foi o dia mais triste que eu já vivi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5366320693935853657?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5366320693935853657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5366320693935853657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/no-dia-que-eu-nasci.html' title='No dia que eu nasci'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7000521619900474518</id><published>2008-08-16T12:51:00.002-03:00</published><updated>2008-08-16T12:52:38.052-03:00</updated><title type='text'>Manual</title><content type='html'>Não se atenha muito ao que eu digo. Estou nas palavras que eu calo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7000521619900474518?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7000521619900474518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7000521619900474518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/manual.html' title='Manual'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-27877300872716911</id><published>2008-08-09T09:30:00.002-03:00</published><updated>2008-08-09T09:43:31.116-03:00</updated><title type='text'>Obrigações morais</title><content type='html'>Sabes que é preciso ser forte, é preciso ser firme. Que não podemos chorar ou hesitar. Tens expressões sérias e passos largos. Sabes que é necessário tomar decisões, ter a cabeça erguida, a respiração longa e vigorosa. E ainda assim, afogas-te em dor. Os joelhos enfraquecidos pelo cansaço te fizeram cair. O solo conheceu tuas lágrimas, teus medos, tuas incertezas. Descansa em paz, porque amanhã deverás ser forte e firme novamente. Lava teu rosto e segue teu caminho. Teus tropeços não serão vistos se exibires a face de um vencedor pela manhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-27877300872716911?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/27877300872716911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/27877300872716911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/obrigaes-morais.html' title='Obrigações morais'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5982325972267502216</id><published>2008-08-04T15:46:00.003-03:00</published><updated>2008-08-04T15:57:01.684-03:00</updated><title type='text'>Pode parar aqui</title><content type='html'>Ando meio sem ter o que dizer, sabe? Acho que é tanta bagunça ao meu redor, que eu mal enxergo o cenário de uma maneira geral. Não consigo colocar em palavras tanta zona, tanta confusão. Sinto-me fracassada, derrotada, abandonada, horrível, gorda, chata, aflita, confusa, envergonhada, limitada e um sem-fim de adjetivos autodestrutivos. Afogada em perguntas que talvez não tenham respostas agora, talvez nunca. Pensando em quão idiota é o meu amanhã e em quanto sou idiota de perder meu tempo preocupando me com a idiotice do meu amanhã idiota. De qualquer forma, mesmo tentando controlar esses sentimentos absurdos, não consigo evitar um bater esquisito do meu coração, uma taquicardia preguiçosa... É como se meu coração batesse lento, porém vigoroso. É algo que me deixa sem ar, e eu dou o nome de angústia. Resumindo, tenho vivido angustiada. E essa angústia reflete no meu corpo em forma de alergias diversas, inflamações na conjuntiva, boca e pele secas, desânimo. Vou me salvar, eu sei. Só quero que o mundo pare enquanto eu procuro o manual onde está a solução para esse "problema freqüente".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5982325972267502216?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5982325972267502216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5982325972267502216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/pode-parar-aqui.html' title='Pode parar aqui'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6428946612983916658</id><published>2008-08-02T19:56:00.002-03:00</published><updated>2008-08-02T20:00:37.573-03:00</updated><title type='text'>Ao anônimo: Artigo 5º, § IV</title><content type='html'>Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:&lt;br /&gt;IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6428946612983916658?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6428946612983916658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6428946612983916658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/08/ao-annimo-artigo-5-iv.html' title='Ao anônimo: Artigo 5º, § IV'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3312730703968175882</id><published>2008-07-26T12:46:00.003-03:00</published><updated>2008-07-26T12:54:41.175-03:00</updated><title type='text'>Na coxia da vida</title><content type='html'>Você sempre foi o que eu quis ser, e vejo agora que você tem medo, você também teve medo. Um dia você também rasgou fotos, se trancou no quarto, chorou a noite inteira. A insatisfação eterna. O ódio eterno de si mesma. A procura eterna pela paz inexistente. Monstros debaixo da minha cama que você conhece pelo nome. Desisiti de livrar-me deles. Prefiro convidar-los para bebermos uma taça de vinho, escondidos do mundo, dos risos falsos, dos gritos histéricos, das sacolas de shopping, do teatro. Nós, eu e meus monstros, na coxia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3312730703968175882?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3312730703968175882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3312730703968175882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/na-coxia-da-vida.html' title='Na coxia da vida'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4875802393510719990</id><published>2008-07-20T19:36:00.004-03:00</published><updated>2008-07-20T19:50:17.844-03:00</updated><title type='text'>My dear blog</title><content type='html'>Eu passei a pior semana da minha vida. De segunda a domingo, posso dizer que tive um sábado "so so". Surto? Depressão? Loucura? Dá litium para essa menina! Enche ela de porrada. Bobagem? Cara, não sei o que foi, mas o fantasma de que isso volte em algumas horas está ali do lado da minha cama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava agora lendo blogs nos quais as pessoas contam histórias, contam como foi o dia, a semana. Cara, eu não sei fazer isso. Me acho incapaz de contar como foi o meu dia. Tipo: "putz, eu acordei, tomei café e então blá blá blá". Vai ver nada de emocionante aconteça no meu dia e por isso eu não tenha nada para contar. Tenho também algum receio de magoar ou comprometer pessoas com quem eu convivo. Metáforas, sinestesias e um lirismo de araque sempre ajudam nessas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou acordada há exatas dez horas e se eu tivesse que resumir o meu dia, ou sublinhar a parte mais emocionante dele, eu diria que foi o momento em que eu percebi que tenho uma insatisfação eterna. Eu sempre quero mais alguma coisa, acho que há algo mais a ser feito, sinto que o que passa naquele instante não é suficiente. A dificuldade disso tudo é que eu não sei bem o que é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4875802393510719990?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4875802393510719990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4875802393510719990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/my-dear-blog.html' title='My dear blog'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5560298786518482956</id><published>2008-07-17T13:02:00.000-03:00</published><updated>2008-07-17T13:03:29.748-03:00</updated><title type='text'>A real dark room</title><content type='html'>Estou tateando no escuro de uma sala desconhecida. Cada tombo e esbarrão são desestimulantes a ponto de me fazer desistir. As paredes frias que eu toco me desesperam. Um nó de angústia, um grito aprisionado, as lágrimas explodindo nos olhos. Não sei quanto tempo mais poderei suportar. Lembro então: quando você não sabe para onde vai, tanto faz o caminho que você vai seguir. Eu sempre achei isso genial, mas costumava ter para onde seguir e nunca pus em prática tal lição. Agora chegou o momento. Não sei para onde vou. De qualquer forma, não importa o caminho, todos me parecem longos, cansativos e estressantes. Continuo na sala escura. Nenhum interruptor. Nada que tenha a função de iluminar. Se eu encontrar um cantinho livre para sentar, sentarei e chorarei a noite inteira. Meu medo agora são os objetos pontiagudos, de vidro, porta-retratos, vasos de planta, quinas e mais quinas. Vou desistir. Minhas pernas tremem e eu não tenho mais forças. Se ao menos eu pudesse sentar, parar, pensar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5560298786518482956?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5560298786518482956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5560298786518482956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/real-dark-room.html' title='A real dark room'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5315790305062931566</id><published>2008-07-12T09:52:00.002-03:00</published><updated>2008-07-12T09:53:06.601-03:00</updated><title type='text'>Trabalho aos sábados, sim</title><content type='html'>Vou começar a ler um texto sobre depressão neste momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5315790305062931566?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5315790305062931566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5315790305062931566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/trabalho-aos-sbados-sim.html' title='Trabalho aos sábados, sim'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5658519168534373441</id><published>2008-07-12T09:50:00.003-03:00</published><updated>2008-07-12T09:51:40.466-03:00</updated><title type='text'>Simples assim</title><content type='html'>Eu não perguntei nada.&lt;br /&gt;Só estou escrevendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5658519168534373441?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5658519168534373441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5658519168534373441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/simples-assim.html' title='Simples assim'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3069840001057142813</id><published>2008-07-07T21:00:00.001-03:00</published><updated>2008-07-07T21:05:39.005-03:00</updated><title type='text'>De pronto ya no sé qué pasa en mi</title><content type='html'>&lt;div&gt;Parece que eu perdi tudo o que tinha. E eu me sinto sem mim. Perdi minha identidade. Minha realidade. Perdi meus sonhos também. Quero parar. Recomeçar. Mas já se passaram tantas horas desde que acordei. O dia escureceu e eu esqueci de arrumar a cama. Ela não vai chegar. E eu estou perdida aqui dentro. Não me perguntaram o que vai ter para o almoço e eu não abri as janelas.  Será que o telefone está fora do gancho? A luz do outro lado me lembra que algumas pessoas se encontram e sabem quem são. Desespero é o que eu sinto agora. Ela vem? A cada dia que passa eu perco mais o contato com aquela menina. Ela não vai voltar. Será que você está procurando por ela? Estou perdida pelos meus pensamentos e algo me diz que eu vou terminar sozinha, me alimentando de ilusões que se perdem antes de se transformarem em algo real. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3069840001057142813?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3069840001057142813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3069840001057142813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/parece-que-eu-perdi-tudo-o-que-tinha.html' title='De pronto ya no sé qué pasa en mi'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2272580642745614951</id><published>2008-07-07T08:53:00.000-03:00</published><updated>2008-07-07T21:02:48.620-03:00</updated><title type='text'>E para quem vai o prêmio?</title><content type='html'>Não sei quem vai levar a culpa desta vez e realmente nem estou muito interessada. Mas alguém é responsável por essa eterna sensação de abandono. Eu posso confessar que cansei. Três quartos dos posts desse blog é motivado por esse sentimento que me sufoca dia sim, dia sim. A diferença é que dessa vez não apontarei culpados: não é você, não é a geladeira, não é a minha infância sofrida, não é o passarinho do andar de baixo que canta mal, não são os quilos extras, não é a improdutividade do meu cotidiano, não é a lobotomia, não é o corte de cabelo que deu errado, não sou eu. Ou, pelo contrário, são todos. Mas eu me recuso a delatar o criminoso. Aliás, é uma técnica que dá tão certo, que sou capaz de dizer que nem lembro mais do que estava falando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2272580642745614951?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2272580642745614951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2272580642745614951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/e-para-quem-vai-o-prmio.html' title='E para quem vai o prêmio?'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5340229883236527491</id><published>2008-07-07T08:00:00.000-03:00</published><updated>2008-07-07T21:03:15.817-03:00</updated><title type='text'>Eu</title><content type='html'>Os meus olhos brilham, refletindo a vida que pulsa na liberdade de pequenos momentos. A minha alma é imensa, porque eu engulo o sol todos os dias no café da manhã. Minhas horas não cabem mais em nenhum relógio de pulso. Eu atravesso a rua sem olhar para os lados. O telefone não toca, e eu não me desespero. Minhas mãos seguram o mundo que eu ainda não conheço. Todos os imprevistos cabem na minha cama. Meus monstros eu guardo no armário. Nas minhas veias corre anfetamina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5340229883236527491?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5340229883236527491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5340229883236527491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/01/os-meus-olhos-brilham-refletindo-vida.html' title='Eu'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6293505507684262404</id><published>2008-07-02T09:56:00.003-03:00</published><updated>2008-07-02T10:00:44.091-03:00</updated><title type='text'>Todo dia de manhã</title><content type='html'>Dos sentimentos protegidos, restou aquela lágrima. Nela havia um rio de agradecimentos, de palavras bonitas, de uma vontade infinita de dizer como foi bom. Mas a lágrima não escorreu pelo rosto. Sinal de que a proteção é eficaz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6293505507684262404?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6293505507684262404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6293505507684262404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/07/sobre-todo-dia-de-manh.html' title='Todo dia de manhã'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3604562729660404472</id><published>2008-06-24T20:54:00.002-03:00</published><updated>2008-06-24T21:19:48.351-03:00</updated><title type='text'>Das palavras que não são ditas</title><content type='html'>Não sou eu, são minhas palavras. Elas falham na tentativa de dizer o que eu sinto. Falham de bobas que são. Ficam tentando se proteger. Ou sei lá, me proteger. Já disse que não precisa. Falei para que ficassem atentas ao que ocorre do lado de fora: a qualquer instante seriam solicitadas. Mas elas teimam em resguardar-se. Nem parecem com a dona. Ou talvez conheçam bem demais a dona que têm e, por isso, ficam quietas, achando que assim guardam uma reputação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se as palavras não saem, não se manifestam, ficam a rodar dentro de mim, amputadas, coxas, imperfeitas. E tudo dói. Então eu reclamo: antes vocês, palavras, tivessem saído e sido ditas. Não ficariam aí se debatendo, formando frases que nunca verão a luz do dia. Alíás, um grande desperdício é quando você imagina toda aquela conversa, com aquela pessoa, por causa daquele problema. Palavras e palavras arrumando-se em fileiras, em colunas. Lindas. Na hora de marcharem, recuam e decidem se esconder, bem no fundo de um baú de "conversas a se ter". Minhas palavras são assim: estúpidas, cegas e covardes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diariamente, colo parte delas aqui, com algum super adesivo eterno desses. Depois, quando volto para ver como estão, algumas me parecem tão bobas, estáticas na tela, com fantasia de palhaço, com jeitinho de inúteis. Outras surgem um pouco mais arrumadas, como se não fossem minhas. E todas ficam aqui, coladas, para sempre, mesmo que o prazo de validade delas já tenha expirado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3604562729660404472?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3604562729660404472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3604562729660404472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/das-palavras-que-no-so-ditas.html' title='Das palavras que não são ditas'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1509675347776475026</id><published>2008-06-23T21:52:00.002-03:00</published><updated>2008-06-23T22:04:04.414-03:00</updated><title type='text'>Contagem regressiva</title><content type='html'>Eu tenho dez minutos para dizer que eu não vou ser insegura, nem vou ter medo de novo. Ok, são nove minutos agora. E como eu ia dizendo, eu não vou ter mais medo. Eu já aprendi como é e posso dizer muito tranqüilamente que deu quase tudo certo. Oito. Não vou me sentir menor, nem vou tentar parecer melhor. Agora sete. O que é isso? Eu não preciso disso. Quer ir? Ora, vai. Não enche a paciência. E vai logo, porque está ocupando espaço. Seis minutos. Não vou ficar me comparando. É uma idiotice isso. Não faz nenhum sentido. Cada centavo daquela terapia é bem gasto, sabia? E agora que faltam cinco minutos, eu gostaria de dizer que não vou escolher uma frase de Beckett para colocar no meu orkut, nem vou dizer que gosto desse ou daquele filme só para chamar atenção. Até porque faltam quatro minutos, e eu não tenho tempo para perder tentando parecer o que eu não sou. Dá um trabalho danado ser quem eu sou. Sério. Eu estou esperando faltarem três minutos para que esse discurso todo faça algum sentido. Enfim, ainda não sei direito, sabe? Mas de uma coisa eu sei: nesse caminho de trevas aí eu não entro. Ah, não entro mesmo. Até porque eu já entrei e já saí e nem gostei. Vou ficar aqui porque faltam segundos para faltarem dois minutos. Dois. Meu caminho agora é de luz, segurança, confiança. Sim, sim. Pode tirar onda com a minha cara, eu não me importo. Cheguei longe e só falta um minuto. Tenho que ir, de cabeça erguida, dando valor ao que eu sou e construí, porque nada há de mais caro (em todos os sentidos) do que eu.&lt;br /&gt;Gostaria de agradecer aos leitores por terem me acompanhado nesse processo de recuperação da sanidade perdida. Foi um lapso só. Passou. Beijos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1509675347776475026?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1509675347776475026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1509675347776475026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/contagem-regressiva.html' title='Contagem regressiva'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2615960032618170131</id><published>2008-06-23T19:41:00.003-03:00</published><updated>2008-06-23T19:45:30.871-03:00</updated><title type='text'>Sobre satisfação e conflito</title><content type='html'>Dia desses estava pensando pensando pensando e pensando sobre minha vida agora, pensando se eu estava ou não satisfeita com a minha vida. Comecei a pensar sobre o que é estar satisfeito, pensar sobre o que é esse sentimento/sensação. Fiquei pensando. Cheguei a uma conclusão meio besta, tão besta que acho que deve ser um senso comum daqueles bem gigantes, fala de personagem de novela. Mas pensei mais um pouco e acho até que lembrei que Proust pode ter chegado a alguma conclusão parecida (parecida, leia bem). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei e pensei e conclui que nada se move quando estamos satisfeitos. A pessoa satisfeita não sai do lugar, sua vida não se mexe. A satisfação é uma espécie de acomodação. Você fica tão envolvido naquela bestice de achar que tudo está bem, sorrindo ao acordar, que esquece de sair do lugar. O ser humando devia ser proibido de ficar satisfeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu queira todos infelizes. Felicidade não é satisfação. A felicidade é uma forma de conflito. Você quase nunca está feliz e vive buscando estar, e quando está, logo passa. Ou seja, conflito. E foi sobre conflito que eu comecei a pensar. Conflitos obrigam as pessoas a sair do lugar. Conflitos são como buracos no chão, como solavancos e empurrões em uma pista de show lotada. São nos momentos ruins, nos momentos de insatisfação, de busca de algo, de perda, que nos movemos, que andamos para a frente. A satisfação é um freio. A depressão talvez seja quando você cai no buraco do conflito, quando é derrubado pelo solavanco no show. Aí, mermão, já era. A idéia do conflito não é deprimir você, é fazer você pensar sobre o que acha daquilo, sobre o que acha da sua vida. Enfim, buracos a serem ultrapassados, solavancos que nos fazem mudar de lugar, quer nós queiramos, quer não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, quando eu olhei para o relógio, vinte minutos tinham se passado. Foi realmente uma sessão de pensamento. Fiquei com isso na cabeça: conflitos não são necessariamente ruins. Aliás, eles são bons. Por mais que você não esteja achando isso na hora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2615960032618170131?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2615960032618170131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2615960032618170131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/dia-desses-estava-pensando-pensando.html' title='Sobre satisfação e conflito'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6660875718823494639</id><published>2008-06-23T11:00:00.000-03:00</published><updated>2008-06-23T22:12:19.815-03:00</updated><title type='text'>Ops!</title><content type='html'>Faltam dois meses!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6660875718823494639?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6660875718823494639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6660875718823494639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/ops.html' title='Ops!'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2344074637756313421</id><published>2008-06-16T17:48:00.002-03:00</published><updated>2008-06-17T10:29:37.144-03:00</updated><title type='text'>Não lembro sobre quem</title><content type='html'>A idéia de que aquela possa ter sido a última vez que te vi fez com que eu não pudesse dormir direito. Pensamentos confusos me perturbaram durante toda a noite: &lt;br /&gt;Os meus olhos procurando os teus, tantos quilômetros, tantas histórias, tantas vidas entre nós. &lt;br /&gt;Seria aquela a última vez que eu ouviria tua voz?&lt;br /&gt;E o que eu vou guardar de ti? &lt;br /&gt;Será que não existe mais nada? &lt;br /&gt;E será que um dia existiu? &lt;br /&gt;Tentativas vãs de te tocar, de me fazer perceber. &lt;br /&gt;E a noite continuava, longa e desesperada. Poucas horas para dormir e tanto de ti para ser pensado. Tanto para ser digerido. Acordo e uma dúvida entra pela janela: foi eterno enquanto durou ou seria melhor nem ter vivido nada? Preciso escolher agora? E o que eu faço com esse revirar de estômago, essa saudade de não sei bem o quê, essa falta do que eu nunca tive? O que eu faço com a tua lembrança? Será que tu és agora só mais uma lembrança? Queria tanto acreditar que não... &lt;br /&gt;Sentimentos tolos, que tanto evito, tomaram a minha alma.&lt;br /&gt;Não. Não quero mais falar sobre ti. E nem quero mais entender o que ou quem te colocou no meu caminho. Não quero mais ocupar meus pensamentos com divagações, não quero mais nada contigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2344074637756313421?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2344074637756313421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2344074637756313421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/no-lembro-sobre-quem.html' title='Não lembro sobre quem'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4366547592953998793</id><published>2008-06-12T22:53:00.004-03:00</published><updated>2008-06-12T23:05:00.598-03:00</updated><title type='text'>Ó que legal!</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O título &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random" target="_blank"&gt;desse verbete aleatório da Wikipedia&lt;/a&gt; será o nome da sua banda.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As quatro últimas palavras da última frase &lt;a href="http://www.quotationspage.com/random.php3" target="_blank"&gt;dessa página de citações&lt;/a&gt; formarão o nome do seu disco. &lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;A terceira foto &lt;a href="http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/" target="_blank"&gt;dessa página do Flickr&lt;/a&gt; será a capa do seu disco.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Resultado da brincadeira da Rebeca&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nome da banda: &lt;strong&gt;Abiola Dauda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nome do disco: &lt;strong&gt;Without the female sex&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Capa do disco: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_yyH-Z2ZL-_w/SFHU6hzcvbI/AAAAAAAAAbY/x9ukMpcehqA/s1600-h/2570181772_bdc9cb799d_m.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211180345816038834" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_yyH-Z2ZL-_w/SFHU6hzcvbI/AAAAAAAAAbY/x9ukMpcehqA/s200/2570181772_bdc9cb799d_m.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Descobri isso no &lt;a href="http://everywomansamadonna.blogspot.com/"&gt;blog da Lele&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4366547592953998793?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4366547592953998793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4366547592953998793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/que-legal.html' title='Ó que legal!'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_yyH-Z2ZL-_w/SFHU6hzcvbI/AAAAAAAAAbY/x9ukMpcehqA/s72-c/2570181772_bdc9cb799d_m.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3874295642161304172</id><published>2008-06-11T12:43:00.000-03:00</published><updated>2008-06-11T12:44:00.894-03:00</updated><title type='text'>Nota</title><content type='html'>Atenção para não confundir "não questionamento" com "impulsividade".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3874295642161304172?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3874295642161304172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3874295642161304172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/nota.html' title='Nota'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3974531623572983357</id><published>2008-06-09T23:05:00.005-03:00</published><updated>2008-06-10T13:33:40.652-03:00</updated><title type='text'>Dois menos um igual a ninguém</title><content type='html'>Eu não sou o que eu faço, nem o que dizem de mim. Eu não sei o que sou, e isso não me impede de ser. São perguntas a todo momento, e eu me esquivo delas da maneira que posso. Eu me recuso a ser o que sei, porque sou o que eu ainda não sei . No momento, eu talvez seja uma trégua na busca. Pelo menos por enquanto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3974531623572983357?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3974531623572983357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3974531623572983357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/dois-menos-um-igual-ningum.html' title='Dois menos um igual a ninguém'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-486630438937065534</id><published>2008-06-04T19:10:00.004-03:00</published><updated>2008-06-11T12:45:50.307-03:00</updated><title type='text'>Que horas são?</title><content type='html'>É como se eu vivesse algo que não fosse meu. O meu corpo saindo do meu espírito e dançando. O meu espírito velando. São dias em que as horas são como o mar. A tentativa de alcançar o horizonte é vã, e vã é a história que eu conto para esse mar passar, me afogar, me deixar. Então, submersa em você, conto segundos, flechas atiradas no meu corpo que baila pela sala procurando pelo espírito. Vou contar um segredo e fecho as portas, as janelas. O mundo não me ouve. O segredo está na primeira página do jornal, amarelo, de ontem, de outros mares. Surgem idéias, mas não surge o papel. Eu peço um segundo, uma flecha, para o corpo, e ele me pede o mar. Eu sou o mar, que demora sessenta minutos para passar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-486630438937065534?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/486630438937065534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/486630438937065534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/que-horas-so.html' title='Que horas são?'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7183417230876245473</id><published>2008-06-04T17:46:00.003-03:00</published><updated>2008-06-04T20:48:55.812-03:00</updated><title type='text'>Agora</title><content type='html'>Algo se apodera de mim, e eu não posso classificar como felicidade, tampouco paz. É ainda luta. É ainda reconhecimento de território. É ainda insegurança. E é tudo isso, mas é contentamento e satisfação. Eu que vivo buscando razões para viver; eu que estava cansada de viver; eu que já nem estava.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7183417230876245473?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7183417230876245473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7183417230876245473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/06/agora.html' title='Agora'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4488570118219595598</id><published>2008-05-25T00:27:00.006-03:00</published><updated>2008-05-26T10:04:43.626-03:00</updated><title type='text'>Da arte de não ser feliz (parte da história na qual eu descubro que eu não sei me fazer feliz)</title><content type='html'>Eu não queria ser brega e me perder em palavras tolas, infantis. Mas é como se você me obrigasse a isso. Eu não sei dizer o que sinto. Talvez eu não sinta nada e isso não passe de um devaneio idiota. Na verdade, todo dia eu me pergunto se isso não é alguma doença. Eu sei que eu não ajudo dizendo coisas contraditórias. Mas você já deve ter percebido que a sua técnica também não é das melhores. Eu juro que eu queria saber se isso não é só um buraco que eu me acostumei a tapar com a sua presença. Porém eu confesso que eu não sou muito do tipo que pára para pensar na vida e analisar o que sente. Eu ajo. Isso é certo? Olha, eu não sei. Mas eu tenho certeza que o que você fez não parece ser muito correto. Ando em um momento meio esquisito da minha vida. Parece que com você as coisas dão mais certo. Mas ok. Eu entendi. Você não quer ficar. Eu não consigo entender o motivo. Mentira. Eu consigo. É impossível conviver comigo. Nem eu tenho me aturado. E olha que você até me suporta na medida do possível. Sabe? Eu queria que essa fosse uma carta suicida. Queria parar de dar trabalho a você e aos outros. Queria parar de ouvir meus pensamentos gritarem a noite inteira. Mas eu não tenho coragem. Isso talvez seja um ponto positivo meu. Eu não quero morrer agora. Apesar de não ter esperanças em nada e não acreditar em ninguém, no fundo, bem lá no fundo, eu acho que eu vou melhorar. Eu acho que isso é só uma fase e que vai passar. Olha, eu ainda não sei como. Agora me deu vontade de comprar uma passagem para a Grécia ou para o deserto. Pensei no Caribe também. Sei lá. Um lugar bem longe. Onde eu não precisasse ser eu mesma. Abandomar-me de mim. Mas deixa para lá. Propostas inviáveis não vão ajudar agora. A conversa era com você e sobre a gente. Sabe, talvez eu só esteja precisando de companhia. Talvez eu esteja precisando admitir que eu quero amar de novo. E eu não suporto a idéia de você amar alguém que não a mim, enquanto eu desperdiço rios de lágrimas não amando ninguém. Aaaah! Alguém pode me amar, por favor? Minha mãe não vale. É... Às vezes eu acho que estou querendo coisas tão idiotas e tão sem lógica. Qual o meu problema? Céus! Quero ser normal. Chega de chorar por hoje. Por hoje, chega de drama. Mas é que eu simplesmente não estou feliz. Você entende? Está difícil. E às vezes parece que você é a solução. Eu entendo que assim voltamos àquele ponto onde você se torna totalmente responsável pela minha felicidade. E eu entendo como isso deve ser bizarro e sem noção. Mas algo me diz que eu sou completamente incapaz de me fazer feliz. Sei lá. Só um palpite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4488570118219595598?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4488570118219595598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4488570118219595598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/da-arte-de-no-ser-feliz-parte-da.html' title='Da arte de não ser feliz (parte da história na qual eu descubro que eu não sei me fazer feliz)'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3572195740254532637</id><published>2008-05-25T00:27:00.001-03:00</published><updated>2008-05-25T00:27:51.585-03:00</updated><title type='text'>Insight</title><content type='html'>O que seria desse blog se não fosse minha amiga depressão?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3572195740254532637?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3572195740254532637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3572195740254532637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/insight.html' title='Insight'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3410522935735032569</id><published>2008-05-23T18:05:00.001-03:00</published><updated>2008-05-23T18:05:52.826-03:00</updated><title type='text'>Porque alguém tinha paixão de viver</title><content type='html'>&lt;em&gt;Para ser grande, sê inteiro: nada&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Teu exagera ou exclui.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sê todo em cada coisa. Põe quanto és&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No mínimo que fazes.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Assim em cada lago a lua toda&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brilha, porque alta vive.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3410522935735032569?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3410522935735032569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3410522935735032569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/porque-algum-tinha-paixo-de-viver.html' title='Porque alguém tinha paixão de viver'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7122574493721714990</id><published>2008-05-23T17:46:00.003-03:00</published><updated>2008-05-23T18:05:02.678-03:00</updated><title type='text'>Essa é a verdade</title><content type='html'>As verdades são para poucos. Uma minoria de privilegiados (ou desafortunados, dependendo do ponto de vista) tem acesso ao que a maioria absurdamente burra chama de verdade. Se você quer saber (e se não quer, saia desta página), eu sou uma fiel da verdade. Da minha, pelo menos. Tenho, sim, opiniões babacas, julgo os outros baseada na minha experiência de vida, determino o que é para mim interessante ou não. E não sei viver de outro jeito. Lembro-me agora que assim, desse jeitinho antipático de ser, conquistei bons, eternos, fraternos, generosos, irônicos, sarcásticos, bregas, dependentes, esquisitos amigos. Gostaria de abraçá-los todos neste momento e lhes dizer que é deles a minha verdade. Cada retalho colorido, descosturado, xadrez, puído dessa verdade foi somado à colcha devido à participação deles na minha vida. E, se são poucos os que têm acesso à verdade, eles são esses poucos. Com eles eu consigo respirar. Porque não há ar fora da verdade. Sinto, às vezes, que posso morrer sufocada longe do que eu considero interessante e importante. Não. Não vou ser tolerante. Não há relativismo no meu mundo. Ignorantes são ignorantes e ponto final. Sinceramente, se você não me entende, pule para o lado de fora da verdade. É junto com os ignorantes que você deve ficar. A vida só tem um sentido. Para cima e avante. Ela serve para ser vivida. Além, transbordando, vazando, gozando. Não vou me trancar numa jaula. Eu, você e a mesquinhez de não querer conhecer o que há depois. A verdade. Eu sou a dona da liberdade. Eu sou a dona da minha verdade. Sou livre para dizer o que é bom para mim, para determinar meu caminho, para falar sobre o que eu acredito. E, sim. Minha imaturidade talvez ainda me obrigue a precisar provar isso para os outros. Eu sou assim e essa é a minha verdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7122574493721714990?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7122574493721714990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7122574493721714990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/essa-verdade.html' title='Essa é a verdade'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1913099876622183478</id><published>2008-05-22T17:13:00.001-03:00</published><updated>2008-05-22T17:14:50.469-03:00</updated><title type='text'>Frase do dia</title><content type='html'>É bem ruim quando você gosta de outras, mas é pior quando eu percebo que você não gosta de mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1913099876622183478?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1913099876622183478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1913099876622183478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/frase-do-dia.html' title='Frase do dia'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4311842851258971180</id><published>2008-05-22T10:55:00.004-03:00</published><updated>2008-05-22T11:08:26.186-03:00</updated><title type='text'>Se ligarem, diga que não estou</title><content type='html'>As dores do corpo refletem, certamente, as inumeráveis dores da alma. Não quero ser responsável pelas dores alheias. Não quero causar ferida na alma de outrem. Sou eu e mais ninguém quem deve sofrer. Mas parece que dessa vez algo deu errado, e um sentimento muito parecido com arrependimento dói. E doem meus joelhos. Não quero que alguém, além de mim, sinta a imensa dor que senti, não quero que outro ser humano tenha a alma arrancada do próprio corpo, como eu tive tantas vezes. Mas, agora, nesta manhã, me pergunto o que eu fiz. Confesso que nem sei se essa dor, localizada em cada um de meu joelhos, que me enfraquece e me dá vontade de sentar, é arrependimento. Mas essa garganta inflamada, essa dificuldade de engolir, me dá indícios de que eu talvez esteja brincando com as dores humanas, como um dia já brincaram com as minhas dores. Não. Não quero e não posso ser responsável pelas dores alheias. Não tenho maturidade para curá-las. E eu não sei. A verdade é que eu não sei mais. O corpo dói, a alma dói, e eu não tenho respostas certas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4311842851258971180?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4311842851258971180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4311842851258971180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/se-ligarem-diga-que-no-estou.html' title='Se ligarem, diga que não estou'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6691283351681707812</id><published>2008-05-21T16:15:00.004-03:00</published><updated>2008-05-21T16:20:13.110-03:00</updated><title type='text'>Constatação</title><content type='html'>Sozinha. Não tão diferente de antes, nem tão esquisito quanto será no futuro. Sozinha. Sempre. Na verdade, sozinha com meus pensamentos. Melhor ainda, meus pensamentos que me afastam do mundo. Eu e meus pensamentos: minhas opiniões, minhas divagações, meus questionamentos. Pedir para que os deuses me livrem deles seria pedir para ser mutilada, já que, agora, sem volta, sou o que eles fazem de mim. Agradecer por eles existirem, uma piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prisioneira da solidão em que meus pensamentos me atiraram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6691283351681707812?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6691283351681707812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6691283351681707812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/05/constatao.html' title='Constatação'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4961254895141739047</id><published>2008-04-26T15:35:00.003-03:00</published><updated>2008-04-26T15:55:11.609-03:00</updated><title type='text'>Reencarnação</title><content type='html'>O punhal foi bem fundo. Como talvez nunva tivesse ido. Foi proposital. Entrou lento, sangrando. Foi tirado rapidamente. Ela prestou atenção em cada nota dissonante da dor. Dor essa que não foi do corte, do ferimento, era uma dor preexistente. Fazia parte da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O punhal em cima da mesa, o sangue escorrendo pelo chão. A morte era tão certa quanto o renascimento. Ela morreu para ressuscitar. Para que o mal daquela vida fosse embora. Reviver, outra, nova, sem passado preso aos tornozelos, sem grilhões. A segurança da redenção. Chorou até cegar-se. Cada lágrima, um caco de vidro em seus olhos. Medo, não. Não havia mais medo. Dor, sim. Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, a espera. Esperar para que toda a dor seque, como secará o sangue no ferro do punhal. Aguardar para que o olhos, não mais nublados por ilusão e lágrimas, possam ver a verdade. O coração, não mais rasgado pelo punhal, sinta algo diferente de dor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4961254895141739047?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4961254895141739047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4961254895141739047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/reencarnao.html' title='Reencarnação'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5582282974264483296</id><published>2008-04-22T11:20:00.004-03:00</published><updated>2008-04-22T11:25:40.763-03:00</updated><title type='text'>A verdade sobre o amor</title><content type='html'>Eu disse que desconheço o amor. Eu menti. Eu conheço o amor, sim. Ele me traiu, me deu um tapa na cara e me chamou de vagabunda. Ele me disse palavras bonitas, me iludiu e me abandonou. Ele não me respeitou, não me deu a mão quando eu precisava, não voltou para me consolar. Se eu menti que não o conheço foi somente para evitar de encontrá-lo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que eu não acredito mais no amor. Talvez eu até tenha medo dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5582282974264483296?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5582282974264483296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5582282974264483296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/verdade-sobre-o-amor.html' title='A verdade sobre o amor'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7203357957572218025</id><published>2008-04-22T11:18:00.002-03:00</published><updated>2008-04-22T11:20:04.628-03:00</updated><title type='text'>Agradecimento</title><content type='html'>Eu devo a você o dia que eu não morri, o balde de lágrimas que eu não enchi, a caixa de lenços de papel que eu não gastei. Aquela risada hesitante, aquele suspiro de alívio, aquele pensamento racional. A você eu devo o raio de esperança que entrou no meu quarto hoje de manhã. Obrigada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7203357957572218025?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7203357957572218025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7203357957572218025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/agradecimento.html' title='Agradecimento'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8459134635343754098</id><published>2008-04-20T10:23:00.007-03:00</published><updated>2008-04-20T21:02:31.271-03:00</updated><title type='text'>And the Oscar goes to...</title><content type='html'>Talvez me acusem por participar da minha vida, por querer ter o papel principal, por transar com o diretor, casar com o coadjuvante, beber com o cameraman e ser amiga da vilã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu teimo em achar que o filme dos outros é melhor. Olho e vejo roteiros mais emocionantes que o meu. Mas, analisando cautelosamente, são todos figurantes do meu filme. Seus personagens não têm história. Eles fazem parte de um elenco de apoio de quinta. Eu sou a diva. Tragam-me cento e três toalhas brancas com meu nome bordado no canto superior esquerdo. Apareço nos tablóides do mundo inteiro. Às vezes paro e penso como seria a trilha sonora. Acho que escolheria um só cantor. Quem sabe uns três. Mas não seriam muitos. E as músicas precisam ter letra. Música instrumental sucks. Não serve nem para beijo romântico no final. Ademais, meu filme não terá final feliz. Mas quem se importa? Meu filme não terá final at all. Está decidido. An endless movie. Serei produtora executiva do meu filme. O produtor é aquele que manda, pois é quem tem o dinheiro. Escolherei todo o staff. Meu filme será épico, atemporal, clássico, thriller.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estante está montada. Que venham os prêmios&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8459134635343754098?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8459134635343754098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8459134635343754098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/and-oscar-goes-to.html' title='And the Oscar goes to...'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5322110636663652631</id><published>2008-04-20T10:20:00.000-03:00</published><updated>2008-04-20T10:21:12.949-03:00</updated><title type='text'>Razões para beber</title><content type='html'>Não vou me definir, porque hoje me descobri assim desde que nasci. Cansei de tentar me expli&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_yyH-Z2ZL-_w/R9KYq5wYIwI/AAAAAAAAAY0/d1kixkz7Ed8/s1600-h/2941505.jpg"&gt;&lt;/a&gt;car. Cansei de pensar que sou de outro jeito que não esse. E, por meios tortos, me encontrei em mim mesma depois de anos. Nem percebi que nunca havia saído daqui. Não mudei, não era outra, nunca deixei de ser eu. E para os que tentam descobrir outra pessoa nesta que vos fala, digo que não há, nunca houve, nunca haverá. Não existe assunto sobre o qual eu não possa conversar, não há coisa no mundo que eu não queira conhecer. Há motivos de sobra para sorrir, existem ainda muitos lugares para ir. Amigos, corpos, línguas, sorrisos, garrafas. Tenho o suficiente. Nem mais nem menos do que mereço. E tudo tem seu tempo. Não acredito nem desacredito no amor. Só o desconheço. Nada mais me amedronta. Vida pela frente? Não sei. Sei que atrás há um bocadinho de vida vivida. Razões para beber? Todas. Livre-me do dia em que não as houver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5322110636663652631?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5322110636663652631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5322110636663652631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/razes-para-beber.html' title='Razões para beber'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8697162816236596779</id><published>2008-04-11T23:36:00.004-03:00</published><updated>2008-04-13T18:34:27.277-03:00</updated><title type='text'>O que fazer quando se está afogada em dor:</title><content type='html'>Ler um livro&lt;br /&gt;Ligar para sua melhor amiga&lt;br /&gt;Convidar seu paquera para ir ao cinema&lt;br /&gt;Estudar francês&lt;br /&gt;Arranjar mais um compromisso para a quinta à noite&lt;br /&gt;Brigar com seu ex&lt;br /&gt;Aceitar um freela&lt;br /&gt;Esquecer de ir à terapia&lt;br /&gt;Pensar na sua avó, que você não visita há séculos&lt;br /&gt;Cuidar das plantas&lt;br /&gt;Fazer um dos freelas&lt;br /&gt;Bater papo na internet&lt;br /&gt;Ouvir música&lt;br /&gt;Analisar como seu rosto está envelhecido&lt;br /&gt;Dançar&lt;br /&gt;Fazer finalmente o álbum de bodas dos seus pais&lt;br /&gt;Arrumar seu quarto&lt;br /&gt;Listar seus maiores desejos&lt;br /&gt;Procurar hotéis para sua próxima viagem&lt;br /&gt;(E a lista poderia ser interminável)&lt;br /&gt;(Mas, na verdade, tudo o que você quer é)&lt;br /&gt;Pedir socorro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8697162816236596779?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8697162816236596779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8697162816236596779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/o-que-fazer-quando-se-est-afogada-em.html' title='O que fazer quando se está afogada em dor:'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-1983797948258220697</id><published>2008-04-08T21:42:00.005-03:00</published><updated>2008-04-13T18:55:27.119-03:00</updated><title type='text'>Primeiro de muitos que vieram</title><content type='html'>Você é lindo de um jeito que não há como descrever. É uma beleza que ultrapassa a tela, o papel, a luz, a cor. Posso lembrar o toque do seu sorriso, o som da sua alegria. Sua beleza é metafísica, é transcendente. Você escapou, não por entre meus dedos, você foi embora através da minha carne, sem que me desse conta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-1983797948258220697?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1983797948258220697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/1983797948258220697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/primeiro-de-muitos-que-vieram.html' title='Primeiro de muitos que vieram'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-53588370960722026</id><published>2008-04-06T16:10:00.003-03:00</published><updated>2008-04-06T16:17:12.468-03:00</updated><title type='text'>Eu sou uma assassina de maçãs</title><content type='html'>Estou sozinha. Não daquele tipo de sozinha que se compra tamanho único. Sozinha customizada. Um sozinha só meu e tão do meu tamanho que não aperta nem está folgado. Uma solidão que me cai bem. Ninguém nem diz que estou usando. Estou sozinha e ninguém repara. Não sei se posso tirar essa solidão de mim. Há tempos ela se ocupou do meu corpo, da minha alma, dos meus braços, dos meus pensamentos. E é tão confortável e tão conveniente, que talvez não seja adequado tirá-la agora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-53588370960722026?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/53588370960722026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/53588370960722026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/eu-sou-uma-assassina-de-mas.html' title='Eu sou uma assassina de maçãs'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-880373403380545414</id><published>2008-04-05T11:50:00.003-03:00</published><updated>2008-04-06T20:02:00.894-03:00</updated><title type='text'>Culpada ou inocente</title><content type='html'>Nada do que eu disser poderá ser usado contra mim. Nada do que eu disser será usado. Nada do que eu disser. Eu falo muito. Tudo o que eu disser será usado contra mim, vez ou outra, inevitavelmente. Tudo o que eu digo é usado, é descartável, é de segunda mão. Eu tenho o direito de manter-me calada. Calada, a fim de evitar outras tragédias. A fim de não piorar sua situação. Eu nunca fico calada. Minha missão na Terra é prenunciar tragédias, é causá-las, a mim e aos outros. As situações são ruins por si só. O fato de eu falar ou ficar calada não as pioraria. Eu tenho o direito a um advogado. Alguém que me defenda, de mim mesma se for preciso. Alguém que queira me salvar. Principalmente, que me ensine como sair dessa tragédia em que eu me meti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu juro dizer a verdade e somente a verdade, acima de todas as coisas. Juro pela Bíblia? Juro pela minha mãe? Eu não juro por ninguém. E logo agora que eu queria usar o direito de ficar calada, obrigam-me a dizer a verdade, nada além da verdade. O que há além da verdade? A mentira? A verdade mais pura e mais real? Alguém já foi lá? Quem é a verdade? Podemos ver o que há além da verdade através dela? E cadê o advogado? Chamem as testemunhas. Não, não as que vão testemunhar contra mim. As testemunhas a meu favor. Por favor. Como? Não há testemunhas a meu favor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fui considerada culpada. Culpada. Cheia de culpa. Presa por te usado minhas palavras. Por ter feito delas minha arma, meu instrumento de tortura contra mim mesma. Minha tortura é um crime para os outros. Minha tortura é a tragédia pessoal do mundo. Tudo o que eu disse foi usado contra mim mesma. Tudo que eu disse foi usado. Defendi-me sozinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-880373403380545414?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/880373403380545414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/880373403380545414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/04/culpada-ou-inocente.html' title='Culpada ou inocente'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8276417287365927705</id><published>2008-03-30T16:03:00.004-03:00</published><updated>2008-04-13T19:00:36.288-03:00</updated><title type='text'>Quando você chegar</title><content type='html'>Quando você chegar, anote meu telefone, decore me nome, me ligue e me chame. Quando você chegar, quero ficar com a boca seca, quero que me estômago revire, quero tremer. Quando você chegar, me olhe como se eu fosse a única, converse comigo como se tudo o que eu dissesse fosse interessante, importante e relevante. Quando você chegar, me permita que eu não precise guiar, que eu não precise pensar. Quando você chegar, me pegue nos braços com a força de um desejo que você nunca sentiu, faça com que eu me sinta especial para sempre durante aquele momento. Quando você chegar, apague a luz, feche meus olhos e a porta. Sonhe comigo, ao meu lado. E chegue logo, por favor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8276417287365927705?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8276417287365927705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8276417287365927705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/quando-voc-chegar.html' title='Quando você chegar'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8362183882553559712</id><published>2008-03-30T15:56:00.002-03:00</published><updated>2008-03-30T16:01:30.668-03:00</updated><title type='text'>Por hoje não</title><content type='html'>Vou, sim, me afogar em dor e lágrimas. Mas só amanhã. Vou morrer de angústia, sufocada pela perda. Mas não agora. Cansei de sofrer hoje. Amanhã, quem sabe? Amanhã, um novo dia, o sol me despertando, umas quinze horas pela frente para viver. Terei bastante tempo para lamentar. Agora não. Agora quero sorrir, quero sair, quero viver a plenitude da minha juventude transviada, da minha rebeldia sem causa, da minha cara pintada, love and peace, amor livre. Quero abrir minha alma para toda a alegria que estiver solta no caminho. Amanhã, lágrimas e dor. Quem sabe? Mas hoje, hoje não. Só por hoje não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8362183882553559712?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8362183882553559712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8362183882553559712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/por-hoje-no.html' title='Por hoje não'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2197866213944706235</id><published>2008-03-25T10:26:00.004-03:00</published><updated>2008-03-25T10:37:43.280-03:00</updated><title type='text'>Indabus</title><content type='html'>Fiquei triste porque de novo não estava. Você sai cedo, eu chego tarde e ultimamente tenho me atrasado mais do que o de costume. Vou me esforçar para chegar mais cedo, pelo menos no horário, a fim de nos encontrarmos de novo. A verdade é que tenho até sentido saudades. Saudade do seu jeito que não conheço bem, das suas histórias que ainda não me contou, do seu beijo que não lembro. Vê se aparece. Queria te encontrar amanhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2197866213944706235?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2197866213944706235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2197866213944706235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/indabus.html' title='Indabus'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2486130418688968016</id><published>2008-03-23T11:50:00.003-03:00</published><updated>2008-03-25T10:33:42.796-03:00</updated><title type='text'>Eu vou embora</title><content type='html'>Eu vou embora, porque há um amanhã. Não posso mais ficar esperando pelo ontem que nunca vai se transformar em hoje. Já foi. Já desperdiçamos muitos dias. Eu vou embora, porque há um porquê, há um motivo. Eu não sei bem qual é. Eu vou embora. E eu sei que isso não dói tanto em você como dói em mim. Mas dói.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2486130418688968016?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2486130418688968016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2486130418688968016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/eu-vou-embora.html' title='Eu vou embora'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-79725431174239966</id><published>2008-03-22T10:28:00.002-03:00</published><updated>2008-03-22T18:33:43.578-03:00</updated><title type='text'>Cansada</title><content type='html'>Sem motivos para encontrar uma razão. Sem motivação para procurar estímulos. Não há coisa alguma depois do arco-íris. Foi alguma mentira que me contaram e agora não tenho vontade de me levantar da cama. Os dias passam arrastados. Qual a graça de se viver sabendo que não há nada atrás da cortina? Aliás, que cortina? A vida tem me parecido uma grande planície vazia. Sem lugar aonde chegar. Cansei de andar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-79725431174239966?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/79725431174239966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/79725431174239966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/cansada.html' title='Cansada'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-843040367680220318</id><published>2008-03-15T22:26:00.001-02:00</published><updated>2008-03-15T22:28:29.554-02:00</updated><title type='text'>Verdades e mentiras</title><content type='html'>E tudo isso porque eu falo verdades e você vive mentiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-843040367680220318?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/843040367680220318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/843040367680220318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/verdades-e-mentiras.html' title='Verdades e mentiras'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5845230015202454080</id><published>2008-03-15T18:19:00.004-02:00</published><updated>2008-03-15T18:27:37.102-02:00</updated><title type='text'>O mundo e a taça</title><content type='html'>Quando tudo no mundo ruir e sobrar apenas a taça de vinho, lá estarão meus dedos, que não sentem o teclado sob eles, digitando, torpemente. Tropeçando palavras. Palavras, ah, palavras, que quando não são cuspidas por essa boca imunda, inundam a tela de falta de sentido. O mundo ruiu. O mundo ruim ruiu e sobrou apenas aquela taça de vinho. Talvez um tablete de chocolate e um cigarro aceso. Ah! Mundo de palavras vãs. Eu sou uma fracassada a andar por esse mundo que ruiu e nada tem a me oferecer a não ser essa doce taça. Vã. Torpe. Ah! Tonteira que não passa. Passa o mundo e sua ruindade, passa o tempo, passa a vida. Vida dividida entre o desejo de ser feliz e de viver. Ninguém vive feliz. Ou se vive ou se é feliz.  Desperdicei momentos de ser feliz? Não. Dou graças por não ser como você. Ainda não desperdicei nada. Nada me aconteceu. Tenho o tempo todo para ser feliz. Iludida penso: o mundo é meu, por mais que ele estaja ruindo. Ah, mundo ruim, não se transforme agora numa taça de vinho, espere eu ser feliz. Então, depois disso, me afogue na taça. Eu e o mundo. O mundo que ruiu. O mundo ruim. O mundo e eu. O mundo é meu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5845230015202454080?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5845230015202454080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5845230015202454080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/o-mundo-e-taa.html' title='O mundo e a taça'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-5088399915565908966</id><published>2008-03-15T16:57:00.002-02:00</published><updated>2008-03-15T17:03:12.766-02:00</updated><title type='text'>Nunca foi de outro jeito</title><content type='html'>Está frio como se nunca tivesse sido de outro jeito. Está frio. Estou de meias. Televisão. Chocolates. Sinto sua falta como se nunca tivesse sido de outro jeito. Mas foi. Assim como ontem estava quente. Já houve dias em que não senti sua falta. Mas hoje faz frio. A casa gelada. O coração petrificado. Ontem eu estava feliz. Hoje não estou triste. Tem diferença. Amanhã não sei. Depois de amanhã estou nervosa. E por mais que eu queira te contar, você não quer saber. Mas eu sei. Está frio. O frio não passa. A saudade, sim. Aos poucos. Meias, vinhos, inteiras, chocolate, cochilo. Frio. Sozinha. Como se nunca tivesse sido de outro jeito. Eu vivo assim. Como se sempre tivesse sido. Mesmo que ontem estivesse quente e eu estivesse com você. Assim. Nunca foi de outro jeito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-5088399915565908966?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5088399915565908966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/5088399915565908966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/nunca-foi-de-outro-jeito.html' title='Nunca foi de outro jeito'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-3250149226104224657</id><published>2008-03-11T19:35:00.003-02:00</published><updated>2008-03-11T19:40:06.258-02:00</updated><title type='text'>Me matem</title><content type='html'>Matem-me com requintes de crueldade, me tirem deste mundo estúpido. Poupem-me desses comentários, desses olhares, dessas insinuações. Tudo é barato. Tudo é comum. Eu não pedi para nascer nessa feira de horrores. Tirem-me daqui. As pessoas não têm vergonha de viver? O mundo está cheio de imbecis. Eu não sou imbecil. Tenho certeza. Acho que me colocaram no lugar errado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-3250149226104224657?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3250149226104224657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/3250149226104224657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/me-matem.html' title='Me matem'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7597821574326612404</id><published>2008-03-08T11:24:00.002-02:00</published><updated>2008-03-08T11:25:27.639-02:00</updated><title type='text'>O dia que alguém tem o mesmo problema que você</title><content type='html'>&lt;em&gt;My head won't leave my head alone&lt;br /&gt;and I don't believe it will&lt;br /&gt;Until I'm dead and gone&lt;br /&gt;My head won't leave my head alone&lt;br /&gt;and I don't believe it will&lt;br /&gt;Until I'm six feet underground&lt;br /&gt;How long I'm tied up&lt;br /&gt;My mind in knots -&lt;br /&gt;My stomach reels&lt;br /&gt;In concern for what I might do or&lt;br /&gt;What I've done&lt;br /&gt;It's got me living in fear&lt;br /&gt;Well I know these voices must&lt;br /&gt;Be my soul&lt;br /&gt;I've had enough&lt;br /&gt;I've had enough of being alone&lt;br /&gt;I've got no place to go&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7597821574326612404?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7597821574326612404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7597821574326612404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/o-dia-que-algum-tem-o-mesmo-problema.html' title='O dia que alguém tem o mesmo problema que você'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-4822502267408997100</id><published>2008-03-04T10:34:00.003-02:00</published><updated>2008-03-04T10:47:20.060-02:00</updated><title type='text'>Eu te amo</title><content type='html'>Eu te amo sem palavras eu te amo coração apertado eu te amo boca seca eu te amo borboletas no estômago eu te amo rosto molhado de lágrimas eu te amo fraca sob o peso da saudade eu te amo arrepio na pele eu te amo sorriso iluminado eu te amo felicidade no olhar eu te amo nó na garganta eu te amo forte esperando sua volta eu te amo sem ar eu te amo mãos suadas eu te amo cantarolando músicas de amor eu te amo nunca me senti assim eu te amo com flores eu te amo nossos planos eu te amo quanto tempo ainda virá eu te amo nós dois eu te amo eu amo você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-4822502267408997100?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4822502267408997100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/4822502267408997100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/eu-te-amo.html' title='Eu te amo'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7068282591792338490</id><published>2008-03-02T00:09:00.004-02:00</published><updated>2008-03-02T00:17:31.184-02:00</updated><title type='text'>Meu teatro</title><content type='html'>Eu não respiro, eu sorrio. Eu não me apaixono, eu grito. Eu não ando, eu danço. Não choro, sangro. Não acordo, eu corro. Eu não me decepciono, despenco. Não tenho medo, paraliso. Quando vou dormir, fica escuro, e não são meus olhos fechando, são as cortinas descendo ao final do espetáculo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7068282591792338490?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7068282591792338490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7068282591792338490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/meu-teatro.html' title='Meu teatro'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-7994827589740408371</id><published>2008-03-01T23:55:00.003-02:00</published><updated>2008-03-02T00:07:26.484-02:00</updated><title type='text'>Quem somos</title><content type='html'>Para que usar definições baratas, compradas no supermercado, coladas como avisos em elevador? Por que simplificar o que podemos tornar complexo? Definir pessoas não é tão fácil quanto se imagina. Bonita. Legal. Querida. Fofa. Extrovertida. Metida. Quieta. Arrogante. Ah! Se fosse assim... Se fosse assim, não passaríamos horas na frente do espelho consertando nosso ódio, arrumando nossa ansiedade, despenteando nosso tédio, maquiando nossa excitação, lavando o amor não correspondido... Nos vestimos para os outros, mas quem passa o dia na frente do espelho somos nós. Evitamos determinados comportamentos, calamos quando achamos conveniente, sorrimos em vez de gritar, socamos quando deveríamos acariciar. Somos uma colcha de retalhos de frustrações, costurados com expectativas, toda bordada de contradições. Somos o céu e o mar que nunca se encontram e somos também a lua cheia querendo ser dos dois.  Se a você parece simples dizer quem sou, dê meia-volta. Seu lugar não é aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-7994827589740408371?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7994827589740408371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/7994827589740408371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/03/quem-somos.html' title='Quem somos'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-2587616580454425761</id><published>2008-02-29T17:47:00.001-02:00</published><updated>2008-03-01T13:15:48.887-02:00</updated><title type='text'>¿Happiness?</title><content type='html'>&lt;p&gt;Quando eu fui feliz, telefones não existiam. E, quando existiam, tocavam. Nesse dia, atravessei uma ponte e vi uma flor muito muito grande. Quando eu fui feliz, o sol se punha, o rádio tocava e eu dormia deitada no chão. Um pouco antes, bebia água em uma garrafa de 1,5 l. Quando eu fui feliz, recebi uma notícia boa e encontrei a pessoa a quem eu mais queria contar por coincidência. Nesse dia, eu podia dormir duas horas depois do almoço. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não adianta querer ser feliz. A felicidade não é um vestido de R$875,00. Não adianta buscar a felicidade. A felicidade não é um bicho de estimação perdido no centro da cidade. E não sei mais o que dizer, porque, em vinte poucos anos de vida, foi só isso que eu aprendi.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-2587616580454425761?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2587616580454425761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/2587616580454425761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/02/naquele-dia.html' title='¿Happiness?'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-6581433417224952160</id><published>2008-02-24T16:08:00.003-02:00</published><updated>2008-02-24T16:18:10.557-02:00</updated><title type='text'>Sendo feliz</title><content type='html'>Ser feliz é mais fácil que encontrar a felicidade. Ser feliz é mais simples que uma equação de primeiro grau. Tão descomplicado quanto abrir uma garrafa de refrigerante. Mas, para comemorar que está feliz, esforce-se e abra uma garrafa de vinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-6581433417224952160?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6581433417224952160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/6581433417224952160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/02/sendo-feliz.html' title='Sendo feliz'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-8823352152203964152</id><published>2008-02-19T22:15:00.003-02:00</published><updated>2008-02-19T22:24:58.343-02:00</updated><title type='text'>A menina de outrora</title><content type='html'>Sobrou daquela menina de outrora uma tristeza meio não sei por quê, com jeitinho de não sabe de onde veio. Sobrou um quando em vez olhar perdido, que vagueia procurando o que nem lembra que perdeu. Sobrou uma lágrima sozinha, chorando quietinha no canto do olho. Sobrou também um nó cego no coração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-8823352152203964152?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8823352152203964152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/8823352152203964152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/02/menina-de-outrora.html' title='A menina de outrora'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5983457457571281764.post-229247160089274321</id><published>2008-02-11T23:09:00.002-02:00</published><updated>2008-02-22T19:48:30.207-02:00</updated><title type='text'>Palavras</title><content type='html'>Queria te dizer, mas me confundo com as minhas palavras, porque delas não sei viver mais. Respiro palavras e penso o ar. Cada palavra tem um tempo, e eu tropeço no relógio que me falta para viver. São frases soltas a toda hora, e a agulha para costurá-las em texto me escapa. Me escapa como seu corpo, que já não sei definir com palavras. E tantas palavras me ocorrem agora. Pouca lógica. Mudo a tática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas, na sensação doce, quente e úmida, onde não cabem palavras, que eu me expresso melhor. Tropeçamos nas palavras que nunca serão ditas. Palavras que prescindem de significado. Afogamos elas nas nossas bocas. Palavras mudas, empurradas para dentro de você, com a força do meu desejo. Suas palavras dentro de mim. Somos textos. Eu sou seu texto, você é o meu. Somos um livro, um manual de palavras caladas, doces, suadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então somos uma caderno em branco. Pronto para ser desenhando, rabiscado, rasgado. Novas palavras surgirão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5983457457571281764-229247160089274321?l=danosdaautocritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/229247160089274321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5983457457571281764/posts/default/229247160089274321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danosdaautocritica.blogspot.com/2008/02/palavras.html' title='Palavras'/><author><name>AutoCrítica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06895493427855245211</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_yyH-Z2ZL-_w/R2-j3wdlyJI/AAAAAAAAASo/A-JDHqptYGc/S220/junie.JPG'/></author></entry></feed>
