domingo, 11 de janeiro de 2009

Direto do vazio

Quantas são as moedas? Quantos são os danos? Quantos anos? Quantas metas? Vidas sem sentindo. Estamos perseguindo exatamente o quê? Somos eu e você ou são eles? Penso em tudo o que ficou pra trás, nas escolhas, nos caminhos. Os outros tiveram melhores opções? Foi falta de oportunidade? Foram realmente escolhas? O que foi certo? O que foi errado? Há esses valores? O livro está ali, com suas regras implacáveis, generalizadoras. Evito-o, diariamente. Repulsa é o que sinto. Acabo repelindo todos os que o leem. Mas vivo de acordo com o quê? Será que preciso de algum outro livro? Que livro será esse que guia minhas escolhas? Quais serão minhas normas? Onde quero chegar? Se é que chegar é uma das minhas metas...

Perguntas que não têm respostas.

Queria só poder sorrir: uma vida que eu não sei bem qual é pela frente e a não obrigação de entender nada disso.